Eleitores mais pobres têm maior chance de migrar de Bolsonaro para Lula em 2022

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BRASILIA, BRAZIL - DECEMBER 16:President of Brazil Jair Bolsonaro reacts during the exchange of the presidential guard at Planalto Palace on December 16, 2021 in Brasilia, Brazil. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
Presidente Jair Bolsonaro consegue manter 58% da base evangélica (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)
  • Entre as pessoas que votaram em Jair Bolsonaro em 2018, 55% pensam em votar em outros candidatos ou anular o voto

  • Eleitores que votaram em Bolsonaro em 2018 e vivem na periferia de centros urbanos são os que têm mais chance de migrar para Lula em 2022

  • Presidente Jair Bolsonaro ainda consegue manter base evangélica para 2022

Eleitores com renda mensal de até um salário mínimo, assim como os que moram em periferias de grandes centros urbanos, são os que mais têm chance de migrarem do voto em Jair Bolsonaro (PT) para o ex-presidente Lula (PT). É o que mostra um cruzamento de dados da pesquisa Ipec, divulgado pelo jornal O Globo.

Segundo a pesquisa, realizada entre 9 e 13 de dezembro, entre os eleitores que votaram em Bolsonaro em 2018, 45% pretendem manter a escolha, enquanto 55% pensam em outros candidatos ou em votar branco ou nulo.

Lula é o principal herdeiro dos eleitores de Bolsonaro em 2018: 22% pretendem votar no petista na eleição presidencial de 2022. Entre os mais pobres, esse índice sobe para 32%. Entre os que oram na periferia, 37% dos que votaram em Bolsonaro na eleição passada manifestam a possibilidade de votarem em Lula.

Por outro lado, entre os evangélicos, o presidente Jair Bolsonaro consegue manter a maior parte dos eleitores: 58% deles afirmam que vão votar em Bolsonaro, enquanto 13% pretendem migrar para Lula em 2022.

Já entre as mulheres, 34% das eleitoras de Bolsonaro em 2018 não querem repetir o voto – mas também não declaram apoio ao petista no próximo ano. Entre os homens, o percentual é menor, de 27%.

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