Elogiada pela voz no ‘BBB 21’, Juliette Freire quis ser cantora e até gravou gospel, mas não teve dinheiro para investir

Carol Marques
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Os participantes do “BBB 21” ficaram surpresos ao ouvirem Juliete Freire cantando nas festas. Nego Di chegou a dizer para Fiuk que ela é melhor que muitos profissionais que estão na casa, e até Karol Conká disse que quer empresariá-la aqui fora. O que ninguém lá dentro sabe é que a paraibana já enveredou pelo gospel há alguns anos.

Quando era mais nova, entre a adolescência e a fase adulta, Juliette passou a frequentar os cultos de uma igreja evangélica em Campina Grande, sua cidade natal. Foi ali que se interessou pela música. Ela chegou a gravar algumas, mas não levou o plano de ter um álbum gravado pela falta de dinheiro para investir. O material se perdeu com o tempo.

“Ela sempre foi afinada, gravou umas músicas, mas deixou os cultos e.voltou para o catolicismo”, conta o irmão da BBB, Washington Feitoza.

A amiga Déborah Vidjinsky diz que Juliette sempre canta nas festas e reuniões dos amigos. “Ela sempre gostou. Muitos vídeos que circulam dela aqui fora foram feitos aqui em casa. Em momentos de descontração”, conta a amiga. Juliette, inclusive, pensou em ter uma carreira musical. “Ela era um pouco insegura quanto a isso, porque, mesmo que se tenha uma boa voz e seja afinada, cantar é uma carreira que depende de várias coisas”, pondera Déborah.

Se depender dos ouvidos famosos que prestaram atenção na advogada e maquiadora, Juliette já pode repensar seus planos. Jorge e Mateus e Maria Gadú elogiaram a sister após vê-la cantando suas músicas no reality. “Ela é bem eclética. Se divide de acordo com a situação. Para cantar, relaxar, ela gosta de MPB, e curte muito as canções regionais”, aponta Deborah, que aposta que Juliette pode voltar a sonhar com o caminho artístico após o programa: “Na verdade, eu acho que nem ela sabe a potência que tem. Nunca trabalhou a voz, não fez aula... Se ela fizer um trabalho de refinamento, tem muito a ganhar”.