Elon Musk é apoiado pela 'Anatel dos EUA' na compra do Twitter

UKRAINE - 2022/04/26: In this photo illustration, Twitter account of Elon Musk is seen on a smartphone screen and Twitter logo in the background. (Photo Illustration by Pavlo Gonchar/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
O comissário manifestou apoio ao negócio fechado por Elon Musk (Getty Image)
  • O bilionário comprou a rede social dizendo que queria defender a liberdade de expressão

  • Nathan Simington, um dos membros do FCC, revelou apoiar a decisão do empresário

  • A presidente do órgão, Jessica Rosenworcel, não fez declarações sobre a transação

Quando Elon Musk resolveu comprar o Twitter, alegou que a transação aconteceria para manter a "liberdade de expressão" na rede social. Pelo jeito, ele não é o único que pensa dessa forma. Nathan Simington, um dos membros do FCC, equivalente dos EUA à Anatel, se manifestou a favor do bilionário.

"O FCC não pode nem deve impedir a venda. Em vez disso, deveríamos aplaudir o sr. Musk por fazer alguma coisa em relação a um problema que o governo até agora não conseguiu resolver", afirmou Simington em comunicado.

Segundo informações da Ars Technica, ele ainda diz que a liberdade e a escolha dos consumidores foram prejudicadas por práticas de moderação de conteúdo restritivas, com motivações políticas em todas as grandes plataformas de mídia social.

Além disso, o membro da organização também pediu que agências governamentais investiguem a "censura" nas redes, mas descartou preocupações em relação ao fato de Musk ser dono do Twitter e da Starlink.

Nathan Simington é um dos dois membros republicanos do FC, ao lado de Brendan Carr. Geoffrey Starks e Jessica Rosenworcel, a presidente do órgão, se declaram democratas. A líder da organização ainda não se manifestou sobre a compra da rede social.

É preciso lembrar que a comissão regula apenas compras envolvendo empresas que precisam da autorização do órgão para funcionar, o que não é o caso da transação de Musk.

Simington foi indicado para o órgão pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que também é um crítico do que chama de "censura nas redes sociais".

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