Em cúpula do Brics, Bolsonaro defende reforma do Conselho de Segurança, do FMI e do Banco Mundial

O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quinta-feira, durante cúpula do Brics, a reforma de organismos internacionais, entre eles o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.

De acordo com Bolsonaro, as economias emergentes e em desenvolvimento precisam ter a "a devida e merecida representação". O encontro foi realizado de forma virtual.

— Devemos somar esforços em busca da reforma das organizações internacionais, como Banco Mundial, o FMI e o sistema das Nações Unidas, em especial o seu Conselho de Segurança. O peso crescente das economias emergentes e em desenvolvimento deve ter a devida e merecida representação — disse o presidente brasileiro, em discurso que não se desviou das posições tradicionais da diplomacia brasileira.

Participam da cúpula os líderes de todos os países do bloco: os presidentes da China (Xi Jinping), da Rússia (Vladimir Putin) e da África do Sul (Cyril Ramaphosa) e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

A reforma do Conselho de Segurança da ONU é um antigo pleito do Brasil, que já foi apoiado pelo Brics em outras oportunidades. China e Rússia são membros permanentes do órgão, ao lado de Estados Unidos, Reino Unido e França. Destes, apenas os russos já apoiaram explicitamente o pleito brasileiro de ampliação do CS.

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