Em discurso aos franceses, Macron pede união e diz que 2022 pode ser o ano do fim da pandemia

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    Emmanuel Macron
    Político, funcionário público e banqueiro francês, 25.º Presidente da França

O tema não poderia ser outro na tradicional mensagem de votos para o Ano Novo. No dia em que a França registrou um novo recorde no número de casos positivos, de Covid o presidente Emmanuel Macron lembrou que as próximas semanas devem ser difícieis para os franceses e voltou a pedir que todos se vacinem. O chefe de Estado não deixou, no entanto, de mostrar otimismo e afirmou que há motivos para ter a esperança de que 2022 seja o último ano da pandemia.

Diante do jardim do Palácio do Eliseu, Macron iniciou seus 14 minutos de discurso com uma homenagem às vítimas e aos trabalhadores da pandemia. E fez menção às dificuldades impostas pela nova onda causada pela variante ômicron --232 mil casos registrados nas últimas 24 horas e 1.928 novas internações hospitalares, segundo o ministério da Saúde.

Em seu balanço, o chefe de Estado alertou que as próximas semanas "serão difíceis" no país, com o risco de desorganização dos serviços básicos por falta de trabalhadores, devido ao número de doentes. Macron enfatizou a importância da vacinação, "nossa verdadeira arma", e do uso de máscaras, e disse que havia "verdadeiras razões de ter esperança" e que "2022 pode ser o ano da saída da epidemia".

O presidente evocou o alto número de vacinados, mais de 53 milhões em todo o país, e fez um chamado aos que ainda não se imunizaram: "A França toda conta com você".

Um presidente e um candidato?

A pouco mais de três meses das eleições presidenciais e ainda ser ter anunciado oficialmente sua candidatura à reeleição, Macron usou o discurso televisionado para pedir união e lançar mensagens subliminares ao tom desagregador da campanha feita por alguns dos candidatos, como os representantes da extrema direita Marine Le Pen e Éric Zemmour.


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