Em entrevista, Freixo diz que inflexão ao centro não é necessidade eleitoral, é civilizatória

RIO — Segundo colocado nas pesquisas para o governo do Rio, o deputado federal Marcelo Freixo (PSB) diz que não é artificial sua aproximação com igrejas e economistas liberais. Ao GLOBO, Freixo afirma que "a eleição de 2022 servirá para derrotar o fascismo no Brasil" e nega que a inflexão ao centro se dê para atender a demandas eleitorais. Na entrevista, Freixo ataca a dobradinha formada pelo presidente Jair Bolsonaro e o governador Cláudio Castro (ambos do PL) que, para ele, "representam no Brasil e no Rio, mais do que uma aliança política, uma sociedade miliciana".

Com discurso de combate à corrupção, o pessebista, no entanto, evita falar sobre a contratação de Renato Pereira, que já foi marqueteiro de Sérgio Cabral e delator da Lava-Jato sob acusação de ter recebido por fora para fazer campanhas.

Ele também silencia sobre as condenações por desvios de recursos de aliados petistas da sua campanha e sobre as falas recentes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disse que “todo mundo deveria ter direito ao aborto”, por exemplo.

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