Em entrevista por drone, Maria Flor fala da gravidez e da libido na gestação; veja

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Vicente. Vivico para os íntimos. Assim vai se chamar o filho de Maria Flor, que exibe orgulhosa no vídeo da série “Entrevista na janela”, do GLOBO (veja abaixo). Quem escolheu o nome foi Martim, enteado da atriz. Depois de batizar o bebê cada hora com um Pokemón diferente e desaprovar todas as outras sugestões apresentadas por Maria e seu companheiro, o terapeuta Emanuel Aragão, o menino de 7 anos bateu o martelo.

Entrevista na Janela - Maria Flor

Atualmente, a atriz de 38 anos está na fase de curtir o bebê mexendo dentro de seu corpo. Já passou pelo enjoo, pelos sonhos eróticos ("penso bastante em sexo") e planeja um parto natural. Teve que dar um tempo na indignada Flor Pistola, personagem que encarna nas redes sociais para verbalizar indignações diante do noticiário político. Além da energia agressiva que precisava evocar, faltou estômago para aguentar ataques de haters ao bebê, que ela pretende criar livre da masculinidade tóxica que reprime os sentimentos.

Depois da maternidade, a cobrança da sociedade passa a ser para a mulher voltar à forma física. Você se preocupa com isso?

Achei que me preocuparia mais. Me libertei. Estou passando por algo especial, vou tentar ser feliz e ter a gestação mais bacana que puder. Estou me permitindo. Se estou cansada, tenho o privilégio de poder descansar, me alimentar bem. Não estou na noia de “não posso mais engordar e agora?”. Vou amamentar, e o corpo vai voltar do jeito que tiver que voltar. Não vou ser a mesma, então, não tem como ele ser o mesmo também, né?

O sumiço da Flor Pistola tem a ver com a gravidez?

Total. Flor Pistola está em recesso (risos). Fizemos uns episódios, mas é desgastante chegar naquele estado de agressividade, maluquice e rapidez. Ela fala rápido, eu começo a suar... Também vieram as agressões... Passei a me sentir muito mal, porque começaram a falar do bebê, a desejarem coisas tão ruins que nem consigo repetir. Não quero ter essa energia agora, ficar lendo aquilo num momento em que preciso estar confiante de que meu bebê vai crescer bem. Achei melhor me afastar. Também comecei a não ter mais condições psicológicas de acompanhar a política, CPI. Não posso ficar triste. No 7 de setembro fiquei louca (risos).

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