Em evento da Assembleia de Deus, Bolsonaro define pastor para suplente de ex-astronauta ao Senado

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Em reunião com líderes evangélicos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) selou um acordo nesta quinta-feira para que o vice na vaga ao Senado do ex-astronauta Marcos Pontes (PL-SP) seja o vereador de Campinas professor Alberto, que é pastor e ligado à Assembleia de Deus.

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A indicação de Pontes para a disputa ao Senado por Bolsonaro gerou mal estar com a bancada evangélica, que, segundo aliados, reivindicava o posto.

Pontes disse que foi apresentado ao suplente há apenas duas semanas, mas enalteceu sua entrada na chapa por agregar apoio do segmento evangélico. O vereador está em seu quarto mandato. Ele também já atuou como parlamentar pela Câmara de Jundiaí.

- Eu não interferi na escolha. Logicamente que fui consultado e aceitei de primeira. O professor Alberto é preparado. É um bom nome e traz o apoio de uma das grandes igrejas, que é a assembleia de Deus - disse Pontes.

Para a deputada federal Carla Zambelli (PL) , a entrada de Pontes foi uma forma do presidente contemplar a bancada evangélica. Ela também disse que os pastores demonstraram preocupação a Bolsonaro com uma eventual volta do ex-presidente Lula à presidência e o "risco de que houvesse retrocessos nas pautas de costumes".

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Durante sua gestão, Bolsonaro fez uma série de gestos aos evangélicos como a nomeação de pastores para cargos do alto escalão de sua gestão. Não por acaso, o presidente tem apoio da maioria das lideranças da bancada evangélica

De acordo com o instituto Datafolha, Bolsonaro ampliou sua vantagem de cinco para 10 pontos sobre Lula entre os evangélicos. O presidente oscilou positivamente de 40% para 43% das intenções de voto, enquanto o petista flutuou negativamente de 35% para 33%.

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