Em filiação de Bolsonaro, PL de Valdemar Costa Neto explora Auxílio Brasil: “Presidente que fez o maior programa social do mundo”

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Evento de filiação do presidente Jair Bolsonaro ao PL (Foto: Reprodução/ Youtube PL)
Evento de filiação do presidente Jair Bolsonaro ao PL (Foto: Reprodução/ Youtube PL)
  • Em filiação de Jair Bolsonaro ao partido, nesta terça, PL explora Auxílio Brasil

  • “O presidente que faz o maior programa social do mundo agora é do PL”, dizia a frase estampada em painel

  • Ao lado do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP) e de Valdemar Costa Neto (PL), Bolsonaro diz que "se sente em casa"

Durante o ato de filiação do presidente Jair Bolsonaro ao PL, nesta terça-feira (30), o partido explorou o Auxílio Brasil, novo programa social que substitui o Bolsa Família.

“O presidente que faz o maior programa social do mundo agora é do PL”, diz a frase estampada em painel instalado atrás da mesa onde Bolsonaro e dirigentes da legenda participarão do ato.

“Com muito trabalho conquistamos posição de destaque entre os grandes partidos da política nacional. Desde sempre sabíamos que faltava um nome que representasse o nosso nome para o Brasil. É nesse momento que o PL recebe a grande figura do país. Sabemos que ainda há muito o que fazer, mas o governo criou o Auxilio Brasil, criou o novo marco do saneamento. Na tecnologia, com o leilão 5G realizou o maior leilão de tecnologia do mundo. O agro no brasil bate recorde histórico no auge da pandemia. 100% de todos os governos estaduais receberam recurso para combater a pandemia”. “Esse é um Brasil que vamos juntos abraçar para prosperar. Presidente, seja bem vindo a 2022. Seja bem ao partido liberal”, disse Valdemar Costa Neto, presidente do partido.

Ao voltar a um partido do Centrão, Bolsonaro destacou que “se sentia em casa”.

“Cada vez mais estamos juntos por um mesmo ideal”, afirmou o chefe do Executivo, quer levar cinco ministros para o partido.

Também se filiou ao PL o senador Flávio Bolsonaro (RJ), que aproveitou para criticar o ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro Sergio Moro, a quem chamou de “traidor”.

"Obrigado por não terem traído o presidente Bolsonaro. Tem um ditado na política que fala o seguinte: a política pode até perdoar traição, mas não perdoa o traidor. E traidor é aquele que humilha uma mulher, que expõe publicamente uma pessoa pensando no poder porque convidou para ser seu padrinho de casamento . E aí a decepção vem na proporção inversa da admiração que as pessoas possuíam por ele”, disse em referência ao ex-juiz ter sido padrinho de casamento da deputada Carla Zambelli.

“Traidor é aquele que por ação ou omissão, interfere na polícia federal, num governo conservador. Havia uma orientação superior para que dificultasse, por exemplo, a aquisição de armas de fogo para as pessoas exercerem o direito à legítima defesa. O presidente que foi eleito por essa bandeira. Traidor é aquele que tenta colocar no governo pessoas que defendem o aborto, que não respeita as bandeiras, o eleitor”, continuou.

Sergio Moro aparece em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de 2022. Aliados de Jair Bolsonaro temem que o ex-juiz da Lava Jato deixe o atual presidente de fora da disputa do segundo turno.

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