Em meio à pandemia, classe A gasta mais no país e turbina o mercado de luxo

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SÃO PAULO - Enquanto a economia nacional patina, o mercado de luxo brasileiro foi o que menos sofreu na pandemia, na comparação com outros países, impulsionado por uma elite que não parou de gastar mesmo longe das lojas físicas. Impedidos de viajar para o exterior por conta das medidas sanitárias e do atraso da vacinação contra a Covid-19, os mais ricos consumiram alto em seu próprio quintal.

Os números são positivos nos mais diversos bulevares do luxo brasileiro. A operação brasileira da Hermès prevê crescimento de quase 50% este ano em relação ao ano passado no país. A Cartier, com investimento pesado no e-commerce e a novidade da pronta entrega em até quatro horas em São Paulo, quase quintuplicou suas vendas em 2020 em relação a 2019 e prevê crescimento de dois dígitos em 2021.

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Os dados levaram a Associação Brasileira das Empresas de Luxo (Abrael) a decidir lançar, na segunda quinzena de novembro, a campanha Compre no Brasil, voltada para o setor.

Veja como o setor de luxo atravessou a crise no país e o que as empresas preparam para 2021.

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