Em meio à pandemia e com inspiração militar, GSI aprova novo estandarte e brasão com deusa Atena

CAMILA MATTOSO
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*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF,  01.04.2020 - O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 01.04.2020 - O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Enquanto o país acompanha a escalada no número de cidades e estados próximos ao colapso do sistema de saúde, o ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) publicou nesta segunda (1º) uma portaria no Diário Oficial da União com os novos estandarte e brasão da pasta.

A partir de abril, o gabinete do ministro e de seus principais servidores, como o secretário-executivo e o diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), terão um exemplar do brasão “num escudo redondo, constituído de campo azul-celeste, na cor do firmamento” afixado no estandarte “firmado num mastro forrado de verde e amarelo, encimado por ponta de lança prateada, guarnecida por três fitas, azul, dourada e branca”.

De acordo com a portaria do GSI, o uso do estandarte será disciplinado pelo regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas.

O novo brasão, estipula a portaria de Augusto Heleno, terá 50 x 48 cm de tamanho. O desenho, detalha o GSI, terá uma “bordadura do campo perfilada de ouro, carregada de vinte e sete estrelas, correspondentes aos vinte e seis estados e ao Distrito Federal”.

No centro do campo de ouro, que sinaliza a “riqueza, poder e autoridade”, o brasão traz a silhueta da deusa Atena, que na mitologia grega representa a “civilização, da sabedoria, da estratégia em batalha, das artes, da justiça e da habilidade”.

Uma espada corta a figura de Atena e representa, diz a portaria, “ter sido imbatível na guerra, com lâmina e empunhada de prata”. O brasão ainda traz ao lado da imagem de Atena um ramo de “café frutificado”, à esquerda, e outro de “fumo florido”, à direita. As duas plantas remetem a economia “desde a época da Proclamação da República.”