Em meio à queda de popularidade, Bolsonaro abraça aos poucos política tradicional

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BRASÍLIA — Entre a campanha eleitoral, quando chamava o Centrão de “alta nata de tudo que não presta”, e o momento de entregar a “alma do governo” ao grupo político, com a nomeação de Ciro Nogueira (PP-PI) para a Casa Civil, o presidente Jair Bolsonaro foi gradualmente abrindo mais espaço à política tradicional, acossado por queda de popularidade e pedidos de impeachment.

No início do governo, a estratégia foi negociar diretamente com as chamadas “bancadas temáticas”, e não com partidos. As lideranças do governo na Câmara e no Congresso foram entregues a dois deputados de primeiro mandato, do mesmo partido do presidente, o PSL, à época: Vitor Hugo (GO) e Joice Hasselmann (SP), respectivamente. Além disso, o ministro da Justiça era o ex-juiz Sergio Moro, desafeto de diversos políticos.

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