'Em nome da mãe' se destaca com quatro troféus no 16° Prêmio APTR

Após dois anos sem plateia por conta da pandemia, o 16º Prêmio APTR de Teatro voltour a receber o público na cerimônia realizada na noite desta segunda-feira (6), no Teatro Claro Rio, em Copacabana. Apresentada por Cris Vianna e Eduardo Moscovis, a premiação teve como grande destaque a montagem "Em nome da mãe", que venceu em quatro categorias: espetáculo, atriz protagonista (Suzana Nascimento), direção (Miwa Yanagizawa) e música (Federico Puppi).

O prêmio de ator protagonista foi dividido entre Luís Lobianco ("Macbeth 2020") e Filipe Codeço ("Aquilo que não se pode falar"). Na categoria atriz protagonista também houve empate, entre Suzana Nascimento e Bete Coelho ("Medeia por Consuelo de Castro").

Maria Esmeralda foi eleita melhor atriz coadjuvante por "Meu filho só anda um pouco mais lento", enquanto Joelson Medeiros levou o prêmio de ator coadjuvante por "Cuidado com as velhinhas carentes e solitárias". Ana Beatriz Nogueira ganhou a categoria especial, pelo projeto "Teatro Sem Bolso".

O prêmio de autor foi para Guilherme Gonzales ("Rainha"); o de iluminação, para Renato Machado ("Vozes do silêncio"); e o de Produção, para a Cia PeQuod ("Pinóquio"). Analu Prestes levou o troféu de cenografia por "Sonhos para vestir" e Simone Mina e Carol Bertier, de "Gaivota", conquistaram o de figurino.

"A menina Aliki e seu tambor falante, o musical" foi premiado na categoria espetáculo infanto-juvenil, enquanto o Troféu Manoela Pinto Guimarães, da categoria jovem talento, foi para o elenco de "Invencíveis".

Homenagens musicais

A cerimônia teve início com um tributo aos 100 anos do nascimento de Bibi Ferreira, com Izabella Bicalho, Ana Carbatti e Ana Paula Black cantando “Gota d’Água”, acompanhadas pela Orquestra Maré do Amanhã.

Os demais homenageados também foram celebrados com um número musical ao vivo. O ator Antônio Pedro subiu ao palco ao som de “Samba do avião”, de seu amigo Tom Jobim, interpretado por Vilma Melo e Édio Nunes. Suely Franco ganhou uma versão de “Metamorfose ambulante”, de Raul Seixas, música que a atriz diz a representar melhor, cantada por Sérgio Loroza e Bruce Gomlevsky. Já Emiliano Queiroz foi reverenciado por Letícia Sabatella com “Geni e o zepellin”, tema de “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque, na qual o ator marcou época em 1970 ao interpretar a travesti Geni. Por fim, Miriam Mehler recebeu a homenagem de Lilian Valeska, Luísa Loroza e Letícia Soares, interpretando “Carcará”, de João do Vale e Jose Candido.

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