Em ofício a Bolsonaro, senadores dizem que silêncio sobre denúncia contribui para 'execração' de Ricardo Barros

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BRASÍLIA — Em ofício enderaço ao presidente Jair Bolsonaro, a cúpula da CPI da Covid afirma que o silêncio dele em relação às denúncias apresentadas pelo deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) contribui para a "execração" do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR).

O documento é assinado pelo presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), pelo vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e pelo relator, Renan Calheiros (MDB-AL). "Solicitamos, em caráter de urgência, diante da gravidade das imputações feitas a uma figura central desta administração, que Vossa Excelência desminta ou confirme o teor das declarações do deputado Luis Miranda", escrevem eles.

Há duas semanas, Miranda relatou à comissão que ele e seu irmão, que é servidor do Ministério da Saúde, procuraram Bolsonaro em março para falar sobre suspeitas na compra da vacina indiana Covaxin. De acordo com Miranda, o presidente teria mencionado Barros, ao ouvir os relatos. Bolsonaro ainda não negou nem confirmou o relato.

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