Em pronunciamento na TV, Bolsonaro vai criticar passaporte vacinal e defender atuação do governo na pandemia

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BRASÍLIA - Em pronunciamento que vai ao ar na noite desta sexta-feira (31), em cadeia nacional de rádio e televisão, o presidente Jair Bolsonaro vai criticar o passaporte vacinal e defender a atuação do governo na pandemia.

O discurso oficial, que deve durar seis minutos, também vai servir de espaço para o presidente se defender da lentidão da vacina e das críticas que o governo vem sofrendo pela falta de ajuda às vítimas das enchentes na Bahia. O presidente vai dizer que orientou os ministros da Cidadania, João Roma, e do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, a prestarem todo o atendimento necessário aos estados de Minas Gerais e Bahia.

Em relação à imunização, Bolsonaro vai argumentar que em 2020 não existia vacina no mercado, além de alegar que, nesta área, o Brasil foi um exemplo para o mundo. Citando o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o presidente voltará a dizer que o governo defende a vacinação de crianças apenas com prescrição médica.

Parte do pronunciamento será reservado para o presidente defender que o que salvou o Brasil do que o governo chama de ‘política do fique em casa’, na sua avaliação, foram programas de crédito para empresas e o Auxílio Brasil.

O tradicional pronunciamento oficial do último ano também vai servir para o presidente defender outras ações federais que o governo considera importantes, como a facilitação do acesso às armas e ações contra a violência no campo.

Mirando seu eleitorado mais fiel, o presidente ainda vai fazer críticas às gestões passadas, tocando em temas como investimentos do BNDES no exterior e dizer que o governo completou três anos sem corrupção. Além disso, mirando o nordeste, vai falar da conclusão das obras de transposição do Rio São Francisco.

O tradicional pronunciamento oficial do último ano também vai servir para o presidente defender outras ações federais que o governo considera importantes, como a facilitação do acesso às armas e ações contra a violência no campo.

Mirando seu eleitorado mais fiel, o presidente ainda vai fazer críticas às gestões passadas, tocando em temas como investimentos do BNDES no exterior e dizer que o governo completou três anos sem corrupção. Além disso, mirando o nordeste, vai falar da conclusão das obras de transposição do Rio São Francisco.

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