Em questão de minutos, homem leva mordida de cavalo e pisa em cobra

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O produtor rural Heitor Luiz Medeiros Neto foi mordido por cavalo e escapou de uma cobra na fazenda da família, em Inocência (MS) - Reprodução/Facebook/G1
O produtor rural Heitor Luiz Medeiros Neto foi mordido por cavalo e escapou de uma cobra na fazenda da família, em Inocência (MS) - Reprodução/Facebook/G1
  • Um produtor rural foi mordido por um cavalo e escapou de uma cobra venenosa em questão de minutos

  • O incidente ocorreu na fazenda da família do produtor rural, localizada na cidade de Inocência (MS)

  • Em seu Facebook, Heitor relatou os momentos de sufoco na propriedade rural

O produtor rural Heitor Luiz Medeiros Neto, de 34 anos, teve um dia de azar (ou sorte?) na fazenda da família, localizada na cidade de Inocência (MS). Em questão de minutos, foi mordido na costela por um cavalo e escapou de uma cobra venenosa.

Em seu Facebook, Heitor relatou os momentos de sufoco na propriedade rural. "Aos 34 eu descobri que a mordida de um cavalo nas costelas faz o sujeito repensar nas dores da vida", escreveu ao publicar uma foto do ferimento nas costas.

Em seguida, postou outra imagem, a do réptil que quase o atingiu, e disse ter matado o animal: "Depois da mordida do 'pé de pano', sem querer pulei na cabeça dessa fulana aqui. Meu anjo da guarda protegeu".

Em entrevista ao portal G1, Heitor afirmou que, ao pular de uma plataforma elevada do curral, pisou na cabeça de uma jararaca e escapou de uma picada.

"Eu nem vi quando aconteceu. Pulei e saí andando. Foi só um tempo depois que a encontrei, com o pisão que eu dei e aí ela já estava morta. Foi azar dela e sorte minha. Não queria ter matado o animal, mas, se tivesse sido em qualquer outra parte ela teria me ofendido, me picado, como a minha avó dizia. E aí seria bem complicado, principalmente porque estava sozinho naquele instante", avaliou.

O produtor rural, que também é músico, contou que já existe uma relação de amizade dele com o cavalo, de nome Simba: "Eu penso que é como se fosse um cachorro, só que maior. Eles também estranham pessoas diferentes e já conhecem a nossa voz e o nosso cheiro. E ele ficou agitado, fui mexer na cela dele e, quando vi, levei uma mordida na costela".

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