Em sabatina no Senado, Mendonça minimiza erros do governo Bolsonaro na pandemia da covid

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André Mendonça em sabatina no Senado (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
André Mendonça em sabatina no Senado (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-ministro da Justiça André Mendonça minimizou os erros cometidos pelo governo federal na gestão da pandemia do coronavírus, que deixou mais de 600 mil mortos no Brasil.

Durante sabatina no Senado nesta quarta-feira, Mendonça afirmou que, no início, os gestores não tinham noção da dimensão da pandemia e comentou que CPI “extrapolou o erro da má gestão”.

André Mendonça, no entanto, disse que estaria impossibilitado de manifestar opiniões detalhadas sobre o assunto. Mas se comprometeu em apurar o que for necessário, bem como colocou o gabinete à disposição dos parlamentares, caso tenha o nome confirmado pelo Senado.

Durante sessão no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar a liberação de celebrações religiosas presenciais, como cultos e missas, em meio ao pior momento da pandemia de Covid-19 no Brasil, o então advogado-geral da União André Mendonça defendeu que os cultos devem ser autorizados e "os verdadeiros cristãos estão sempre dispostos a morrer para garantir a liberdade de religião e de culto".

O ex-ministro foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro em julho para ocupar a cadeira do ministro Marco Aurélio Mello.

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