Em 'Salve-se quem puder', Marianna Armellini revela dificuldade de gravar cena de briga com Sabrina Petaglia: 'Ela estava grávida'

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Ainda que “Salve-se quem puder’’ não tenha inserido a Covid-19 em sua história, pode-se considerar que a pandemia ‘‘fará vítimas’’ na trama das sete. Uma delas é Verônica, interpretada por Marianna Armellini, que será retirada do folhetim após ser baleada, conforme o EXTRA já adiantou.

A decisão de sumir com a vilã se deu devido à gravidez de Sabrina Petraglia, intérprete de Micaela, descoberta já durante a pandemia, pouco antes da interrupção das gravações, no ano passado — Maya nasceu em dezembro. Por questões de segurança, tramas ligadas à mocinha precisaram ter seus enredos encerrados precocemente. Marianna, no entanto, segue na história, agora dando vida apenas à religiosa Marlene, a gêmea boa de Verônica.

— Essa troca não estava prevista, foi uma novidade doida. A virada da história me deu uma nova chance, me senti começando outro trabalho, desta vez de maneira mais amena. Achei que sairia da novela — conta a atriz, reforçando as diferenças entre as irmãs: — Verônica é uma vilã clássica, do tipo que fala sozinha e vive pela vingança. Já Marlene é mais leve. Ela reprime seus desejos sexuais através da devoção à igreja. É pudica, mas sedutora.

Aos 43 anos e em sua sétima novela, a artista vê com alegria o retorno à comédia, gênero que a consagrou na profissão. Apesar da felicidade, durante as gravações dos 53 capítulos inéditos desta segunda fase da trama de Daniel Ortiz, Marianna passou por alguns sufocos, como gravar com uma galinha.

— A ideia da cena era que a galinha tentasse bicar meu pé. O cuidador colocou grama entre os meus dedos pra chamar atenção, e eu tinha que deixar, até que saísse como no roteiro. Um amor a galinha, ela se concentrava mais do que eu — ironiza ela, brincando com outro momento complexo durante as gravações: — Sabrina estava grávida de cinco meses e eu precisava jogá-la no chão, puxar seu cabelo. Ela disse que estava tudo bem, mas foi difícil encenar vendo aquela barriga enorme. Só fiquei pensando na criança, anos depois, ouvindo minha voz e gritando: “Você que tentou me agredir, não é, sua louca?” (gargalhadas).

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