Em três dias, Lula nomeou 12 ex-ministros de gestões do PT para transição

Lula se elegeu pela terceira vez com um arco de alianças ampliado especialmente no segundo turno, e tem o desafio de encontrar espaço para apoiadores na montagem do governo - Foto: Ricardo Moreira/Getty Images
Lula se elegeu pela terceira vez com um arco de alianças ampliado especialmente no segundo turno, e tem o desafio de encontrar espaço para apoiadores na montagem do governo - Foto: Ricardo Moreira/Getty Images

A formação da equipe que está tocando a transição de governo tem se marcado nos primeiros dias pela numerosa presença de ex-ministros das gestões anteriores de Lula e de Dilma Rousseff (PT). Apenas ontem, seis ex-titulares da Esplanada foram anunciados no time, cada um em sua área de atuação: quatro que comporão o grupo da Saúde (Humberto Costa, Alexandre Padilha, Arthur Chioro e José Gomes Temporão), além de Juca Ferreira, ex-ministro da Cultura, e Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça.

Lula se elegeu pela terceira vez com um arco de alianças ampliado especialmente no segundo turno, e tem o desafio de encontrar espaço para apoiadores na montagem do governo. Por ora, também tem se apoiado em muitos nomes que já compuseram as gestões petistas, embora nem todos sejam do partido. Além dos seis de ontem, já foram nomeados na transição ao menos outros seis ex-ministros: Gleisi Hoffmann e Aloizio Mercadante, que estiveram no governo Dilma e chefiam áreas do grupo que atua no CCBB; Nelson Barbosa (Fazenda); Henrique Paim (Educação); e Tereza Campello e Márcia Lopes, ambas ex-titulares do Desenvolvimento Social.

Além dos quatro ex-ministros da área, o grupo da Saúde na transição teria também o médico David Uip, que chegou a trabalhar em gestões do ex-governador de São Paulo e hoje vice-presidente eleito Geraldo Alckmin. Uip, que ganhou destaque por coordenar o combate à Covid em São Paulo, desistiu porque não poderia ficar afastado do estado durante os próximos dois meses.

Lula se elegeu pela terceira vez com um arco de alianças ampliado especialmente no segundo turno, e tem o desafio de encontrar espaço para apoiadores na montagem do governo. Por ora, também tem se apoiado em muitos nomes que já compuseram as gestões petistas, embora nem todos sejam do partido. Além dos seis de ontem, já foram nomeados na transição ao menos outros seis ex-ministros: Gleisi Hoffmann e Aloizio Mercadante, que estiveram no governo Dilma e chefiam áreas do grupo que atua no CCBB; Nelson Barbosa (Fazenda); Henrique Paim (Educação); e Tereza Campello e Márcia Lopes, ambas ex-titulares do Desenvolvimento Social.

Além dos quatro ex-ministros da área, o grupo da Saúde na transição teria também o médico David Uip, que chegou a trabalhar em gestões do ex-governador de São Paulo e hoje vice-presidente eleito Geraldo Alckmin. Uip, que ganhou destaque por coordenar o combate à Covid em São Paulo, desistiu porque não poderia ficar afastado do estado durante os próximos dois meses.

Outra área com nomeações na transição foi a de Justiça. O ex-ministro Eugênio Aragão e o coordenador do Grupo Prerrogativas, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, atuarão como consultores de questões ligadas à Justiça, que abrigarão temas como segurança pública, integridade, compliance e apoio à Procuradoria-Geral da União. No total, a transição de governo terá 31 grupos temáticos.