Embarcação do TRE naufraga com mesários, militares e material eleitoral no AP

Embarcação do TRE afunda: Naufrágio aconteceu por volta das 22h na comunidade Uruá, próximo à entrada da comunidade Pau Mulato, no Rio Pedreira - Foto: Getty Images
Embarcação do TRE afunda: Naufrágio aconteceu por volta das 22h na comunidade Uruá, próximo à entrada da comunidade Pau Mulato, no Rio Pedreira - Foto: Getty Images

Neste domingo (2), uma embarcação de pequeno porte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amapá afundou no município de Itaubal, distante 112 quilômetros de Macapá.

Seis pessoas, entre mesários e militares, que contribuíram para a garantia do processo eleitoral em 2022 em uma comunidade ribeirinha, voltavam para a capital no momento em que a embarcação naufragou. Todos foram resgatados com vida.

O tribunal não informou qual material estava a bordo, no entanto, afirmou que não foi possível fazer o resgate e que a embarcação também foi perdida. O TRE disse ainda que não houve prejuízo às eleições.

Ainda de acordo com o órgão, o naufrágio aconteceu por volta das 22h na comunidade Uruá, próximo à entrada da comunidade Pau Mulato, no Rio Pedreira.

Segundo relatos de testemunhas, duas embarcações saíram da comunidade Uruá, onde era realizado o pleito, uma atrás da outra, em direção a uma embarcação maior do TRE, que estava ancorada na comunidade de Jerusalém do Pau Mulato.

Depois de um certo tempo de viagem, os tripulantes enfrentaram uma maresia muito forte e a embarcação que estava atrás virou.

Neste momento, um militar do Corpo de Bombeiros (CBM) que estava na embarcação de frente, retornou e resgatou todas as vítimas. Apesar da forte correnteza, ninguém se afogou, porque segundo o CBM, estavam todos de colete salva vidas.

Caso semelhante

Nas eleições de 2016, no dia 30 de outubro, uma embarcação a serviço do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) naufragou enquanto estava ancorada na localidade de Ipixuna Miranda, em Macapá.

O barco tinha saído na sexta-feira, 28, e levou seis urnas eletrônicas e equipe para atender as comunidades ribeirinhas da capital. As urnas e os profissionais não estavam a bordo no momento do acidente. Baterias reservas das urnas estavam no barco e foram danificadas.

O barco, alugado pelo tribunal por R$ 19 mil, teria naufragado devido à maré, que subiu rapidamente.