Emilio Dantas lista as mulheres de sua vida e conta que chorou ao ver o 'The voice+' e se lembrar da avó, que morreu há seis anos

Isabella Cardoso
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Quem nunca se apaixonou à primeira vista? Paulo (Emilio Dantas) é movido pelo sentimento, vive a vida com intensidade e sempre buscando amor em “Todas as mulheres do mundo”, que estreia na Globo hoje. Segundo Emilio, a necessidade de viver apaixonado é justamente o seu ponto em comum com o personagem da série, que faz uma homenagem à obra do autor Domingos Oliveira, que morreu em 2019, aos 82 anos.

— (A série) Tem muito a ver com a alma de Domingos. Ele foi casado várias vezes e dizia que se pudesse teria casado ainda mais porque cada relação traz uma história. Tenho um pouco disso e me apaixono o tempo todo. Sou curioso, tenho vontade de aprender, conhecer pessoas, histórias. Sem paixão, você não acorda no dia seguinte. Hoje, estou apaixonado pela minha casa e pelo universo da música. Eu durmo e acordo pensando em estudar teoria musical. Fabiula (Nascimento, mulher de Emilio)está apaixonadíssima por ioga e tarô — entrega o ator, que afirma que a paixão à primeira vista e também o amor a longo prazo os uniu: — Entendemos o plano do universo à primeira vista e seguimos nesse caminho de se conhecer, se gostar e se amar todo dia.

Se na vida real Emilio segue amando a mesma mulher desde 2015, em “Todas as mulheres do mundo” seu personagem se apaixona por uma diferente a cada episódio. O ator está ansioso para ver o “bafafá e as discussões saudáveis” que a série vai trazer e confessa que o trabalho o fez refletir não só sobre relações, mas sobre os universos feminino e masculino:

— Fui criado nos anos 90. Vivíamos num universo masculino, completamente torto, com uma objetificação muito grande da mulher. Olho para trás e vejo que me faltaram escritoras, diretoras e outras referências femininas com quem eu poderia ter aprendido antes.

A estreia da série, hoje, é também a oportunidade de ver o ator em dose dupla na TV. Depois de “A força do querer”, em que Rubinho anda abalando o coração de Bibi (Juliana Paes) e Carine (Carla Diaz), é só esperar o “Big Brother Brasil 21” para assisti-lo de novo na série.

— Já me dá o maior nervoso porque penso que a galera vai enjoar da minha cara (risos). Pelo menos tem o “BBB 21” no meio. Já dá uma aliviada — diz Emilio, que acompanha o reality: — Eu e Fabiula acompanhamos direto, estou viciadão no jogo.Carla Diaz e Fiuk são pessoas com quem convivi, mas não dá para determinar torcida. Até porque tem muita gente de que eu gosto ali também como Projota e Camilla de Lucas.

A mãe, Sandy

“Ela está nesta quarentena estudando pintura, achando o caminho dela nas artes”.

Fabiula Nascimento

“Ela dá uma aula diária de humildade e força. Consegue equilibrar tudo de uma maneira muito louca e que funciona. Eu acho fenomenal”.

A avó Zylla

“Ela faleceu em 2014, aos 92 anos. Era uma pessoa da arte, do papo cabeça, muito carinhosa. Na semana passada, eu estava chorando de saudade por ter visto uma senhorinha cantando no ‘The voice+’ que me lembrou muito dela. Que falta que faz minha avó!”.

Fernanda Montenegro

“Eu já era fã, mas, hoje, acho surreal como ela se dedica tanto, mesmo após muito tempo de carreira, e faz tudo com paixão e vontade”.

Janis Joplin

“Na adolescência, ela era o deus do rock para mim”.