Empresários atuam para Brasil receber doses excedentes de vacinas dos EUA e tentam agilizar vacinação nos estados

Glauce Cavalcanti e João Sorima Neto
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RIO E SÃO PAULO - Um grupo de empresários vem atuando na intermediação de negociações entre o Brasil e outros países, entre eles os EUA, com o objetivo de facilitar a compra de vacinas excedentes pelo governo brasleiro.

Na semana passada, presidentes de multinacionais americanas que atuam no Brasil, como Whirlpool (dona de Cônsul e Brastemp) e Google, enviaram uma carta ao embaixador dos EUA Todd Chapman, pedindo prioridade ao país na destinação de vacinas excedentes daquele país.

Em outra frente, o movimento Unidos pela Vacina — que também estaria articulando negociações internacionais para ajudar a trazer doses excedentes de outros países para o Brasil — já lidera ações em vários estados para viabilizar uma parceria público-privada para agilizar a vacinação. Participam da iniciativa empresas como Natura, BRK Ambiental, Positivo e Energisa, entre outras.