Empresa começa a oferecer serviço de banco para manter clientes

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SÃO PAULO — Imagine obter um empréstimo oferecido por um consultório médico para pagar uma cirurgia ou um procedimento estético. Ou ter a oferta de um seguro que custa R$ 1 quando estacionar por uma hora em uma rua. E assinar um provedor de internet e ter à disposição uma conta bancária digital e cartão pré-pago. Todas essas novidades já estão saindo do mundo das ideias e se tornando realidade para os brasileiros.

O avanço das tecnologias e a digitalização dos serviços financeiros estão possibilitando que qualquer empresa, independentemente do ramo de atuação, ofereça serviços bancários, sem ter que, para isso, tonar-se banco. Na prática, dizem os especialistas, os serviços bancários estão virando commodities e se tornando um novo modelo de negócios para as companhias que não são do ramo.

— Essa tendência que se chama Bank as a Service (do inglês, banco como serviço) está crescendo muito no Brasil. As chamadas infratechs (start-ups que oferecem esse tipo de infraestrutura financeira) e os grandes bancos estão acelerando a oferta desses serviços — explica Bruno Diniz, sócio da consultoria de inovação Spiralem, focada em mercado financeiro.

A Natura já está utilizando o sistema e oferecendo crédito para as vendedoras, por meio de conta digital, permitindo transferências a outras contas bancárias do mesmo CPF, saques, depósitos e a compra de uma maquininha de cartão.

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