Empresário de 51 anos é preso por estuprar amiga da filha no DF

Empresário foi preso após acusação da jovem - Foto: Getty Images
Empresário foi preso após acusação da jovem - Foto: Getty Images
  • Empresário foi preso na última segunda-feira em Vicente Pires

  • Ele teria estuprado a amiga de uma filha, de 21 anos, durante a Páscoa

  • Exames indicaram que a garota teria sido violentada na data e horário relatados

Um empresário de 51 anos foi preso na última segunda-feira (30) em Vicente Pires, Distrito Federal, acusado de estuprar uma amiga de sua filha. As informações são do portal Metrópoles.

A prisão do suspeito, que não teve a identidade revelada, fez parte da Operação Mannaro, deflagrada pela 38ª Delegacia de Polícia da região.

A vítima, de 22 anos, teria sido violentada no último feriado de Páscoa. Na madrugada de sexta-feira (15/4) para sábado (16/4), ela tomou um remédio para dormir e foi deitar.

O empresário do setor hoteleiro, então, teria invadido o cômodo onde a jovem estava, pegado a mão dela e colocado no órgão genital. Momentos depois, ele teria, ainda, consumado a conjunção carnal.

À polícia, a vítima relatou que percebeu o que estava acontecendo, mas não conseguiu reagir por causa do remédio ingerido e pelo temor causado pelo crime cometido pelo pai de uma amiga.

A mulher deixou a casa da amiga na tarde do dia seguinte, contou o que havia ocorrido a amigos e familiares e procurou a delegacia para registrar boletim de ocorrência.

Ela foi submetida a exame pericial no Instituto Médico Legal (IML), que constatou vestígios do ato, em data e horário compatíveis com o relato.

Questionada pela polícia sobre a roupa utilizada no momento do crime, a jovem explicou que estava com um pijama da amiga. A filha do suspeito, porém, afirmou que a vestimenta não foi localizada.

Empresário é preso

O empresário foi detido e levado à delegacia para prestar esclarecimentos. Ele negou o crime e disse estar sendo acusado como parte de uma vingança da jovem.

Segundo o suspeito, a garota voltou-se contra ele após uma briga dela com a amiga, na qual o empresário teria “cortado as mordomias da vítima”, como viagens, presentes, entre outros.

O acusado foi encaminhado ao Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA) para colheita de seu material genético. Se for condenado, ele pode pegar de oito a 15 anos de cadeia.

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