Empresas de ônibus afirmam que alta do diesel deve pressionar mais preço da passagem

·1 min de leitura
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 24.03.2021 - Ônibus no terminal Parque Dom Pedro, em São Paulo (SP) durante paralisação no ‘dia de lockdown nacional’, organizado por centrais sindicais, em prol de mais auxílio e vacinação contra a Covid-19. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 24.03.2021 - Ônibus no terminal Parque Dom Pedro, em São Paulo (SP) durante paralisação no ‘dia de lockdown nacional’, organizado por centrais sindicais, em prol de mais auxílio e vacinação contra a Covid-19. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O aumento de 8,1% no diesel anunciado pela Petrobras na terça (11) vai impactar na briga das empresas de ônibus com o poder público por reajuste nas tarifas do transporte público.

Segundo a NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), o aumento no combustível pode resultar em reajuste médio de 2,2% nas tarifas de ônibus e numa onda de acréscimo no preço das passagens.

"Vai aumentar a pressão para o reajuste nas demais cidades, para incluir na conta mais esse aumento do diesel ", diz Otávio Cunha, presidente da NTU.

As empresas afirmam que o combustível representa 26,6% do custo do transporte público, atrás apenas da mão de obra. Levantamento da NTU mostra que até o momento 40 cidades, sendo 3 capitais, já reajustaram as tarifas no país.

Para tentar evitar o reajuste, as empresas defendem o uso de subsídios federal e municipal.

O Ministério do Desenvolvimento Regional debate um vale transporte social para idosos e pessoas de baixa renda como forma de reduzir os reajuste e possível impacto na inflação, temido pelo governo federal.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos