Enquanto Ômicron varre a Itália, alas de Covid nos hospitais estão cheias de idosos não vacinados

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Idoso caminha usando máscara de proteção em Roma, na Itália

Por Emilio Parodi

MILÃO (Reuters) - Com a chegada da variante Ômicron à Itália no final do ano passado, foram os mais idosos não vacinados e os que não receberam a dose de reforço do imunizante quatro meses ou mais depois das doses iniciais que tiveram maior probabilidade de internação hospitalar ou de morte pela Covid-19, de acordo com dados e médicos do país.

Os casos nos hospitais começaram a formar um platô, oferecendo um sinal de que a atual onda --que começou com o surgimento da Ômicron no final de novembro e impulsionou recordes de infecções-- pode estar próxima do pico, segundo médicos.

Os dados que cobrem o período entre 19 de novembro e 2 de janeiro e publicados nas últimas semanas oferecem o insight mais detalhado sobre quem está em risco de adoecer com a variante mais nova do coronavírus.

Os números também destacam os riscos representados pelo vírus mesmo com os estudos que apontam que a Ômicron causa quadro mais leves da doença em comparação com variantes anteriores.

A taxa de hospitalização foi de 248,5 por 100 mil pessoas não-vacinadas no período entre 3 de dezembro e 2 de janeiro, de acordo com os dados mais recentes do Instituto Nacional de Saúde (ISS) publicados no sábado.

Os dados não informaram se os casos eram da Ômicron.

É uma alta brusca dos 172,4 registrados no período entre 19 de novembro e 19 de dezembro.

Os dados não dizem se os casos são provocados pela variante Ômicron.

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