Entenda estratégia de Felipão para tentar vencer o Flamengo com ataque modificado na final da Libertadores

Felipão escalou o Athletico para a final da Libertadores contra o Flamengo com uma formação que prioriza velocidade nas ações de contra-ataque, e peças que devem apostar nas jogadas nas costas dos dois laterais rubro-negros, Rodinei e Filipe Luís.

Com Bento, Khellven, Pedro Henrique, Thiago Heleno e Abner; Fernandinho, Hugo Moura e Alex Santana; Vitor Bueno, Vitinho e Vitor Roque, o Athletico surpreende, pois deixa nomes como Terans, Canobio e Pablo no banco.

Vitor Bueno é a grande novidade, que pode jogar na frente dos volantes ou aberto pela direita. Ele e Vitinho terão o papel de dobrar com os laterais Khellven e Abner quando o Athletico subir ao ataque. O setor ofensivo também terá Vitor Roque com força e velocidade por dentro.

Para não deixar o esquema desprotegido, Hugo Moura jogará ao lado de Fernandinho. O ex-jogador do Flamengo entra no lugar de Erick no meio-campo, e dará maior poder de marcação. Com a presença deles Felipão tem a opção de igualar numericamente o losângo do Flamengo, com quatro homens fechando o setor e, com a bola, dando apoio nas ações ofensivas.

Com a defesa fechada, o Athletico sairá na boa, e tentará aproveitar a lentidão da zaga rubro-negra na transição defensiva. Jovem de 17 anos, Roque tem grande capacidade física e pode fazer não só a ponta, como a dobradinha com Bueno por dentro, exigindo de Thiago Maia e João Gomes.