Entenda os principais obstáculos da aliança PSDB-MDB na chapa de Simone Tebet

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Vinte anos depois, o acordo PSDB-MDB se repete, mas agora com protagonismos trocados. Após meses de impasse, o PSDB aprovou na quinta-feira, por 39 votos a seis, o apoio à pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS) à Presidência. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) deve ser o vice. Em 2002, a chapa presidencial era formada pelo tucano José Serra e Rita Camata, como vice.

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O endosso formal da executiva nacional do PSDB não significa que a legenda estará por inteiro na campanha da emedebista. Veja alguns dos obstáculos que a aliança enfrenta:

Chapa no Rio Grande do Sul

Os tucanos condicionaram o apoio a Tebet à retirada da candidatura deputado estadual Gabriel Souza ao Palácio do Piratini para apoiar Eduardo Leite. A aliança com o MDB foi selada após lideranças emedebistas históricas acenarem nessa direção. No entanto Souza continua candidato, e Leite ainda não oficializou a pré-candidatura. O ex-governador renunciou ao cargo para poder se candidatar à Presidência, o que também não ocorreu.

Contrapartida em outros estados

O PSDB tampém pediu ao MDB reciprocidade do apoio aos candidatos tucanos aos governos de Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, mas essas contrapartidas continuam incertas.

Ala defende candidatura própria

Uma ala do partido, formada sobretudo de tucanos mineiros, não quer abrir mão de candidatura própria à Presidência. Na reunião da executita que aprovou a aliança com o MDB e o apoio à candidatura de Tebet, o senador Aécio Neves, que votou contra a formação da chapa, alertou que a decisão ainda precisará ser referendada pela convenção nacional do PSDB, entre julho e agosto. E ressaltou que o apoio a Tebet pode ser apenas formal e não se reverter em endosso real nas eleições dos estados, devido aos cenários locais.

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