Entrada de Ciro Nogueira à Casa Civil deve fazer com que militares percam espaço em cargos no governo

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BRASÍLIA - Além de diminuir a influência dos militares, a troca do general da reserva Luiz Eduardo Ramos pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI) no comando da Casa Civil deve reduzir o número de integrantes das Forças Armadas que dá expediente no Palácio do Planalto. Na pasta, Ramos tinha, apenas na sua assessoria direta, nove colegas de Exército.

Ao menos parte desses postos já entrou na mira do novo ministro palaciano, que ocupará essas cadeiras com pessoas de sua confiança. Em um sinal de que haverá mudanças, Nogueira consultou o Senado e a Câmara sobre a cessão de servidores para o Executivo.

Com carta branca para escalar o próprio time e até mesmo buscar acomodação na estrutura federal para indicações parlamentares, Nogueira tem dito a interlocutores que vai avaliar o desempenho de cada um dos atuais integrantes da equipe que herdou para, só então, bater o martelo a respeito de substituições. Essa disposição de submetê-los a uma espécie de teste probatório já chegou ao conhecimento desses egressos das Forças Armadas, e gera incômodos.

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