Entrada em Ceasa cai de 650 caminhões por dia para 383 veículos em início de greve da categoria

·1 minuto de leitura

Na unidade do Irajá da Centrais de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Ceasa-RJ), a chegada de caminhões sofreu queda nesta quarta-feira (8), primeiro dia do bloqueio nas estradas promovido por representantes da categoria que são a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Geralmente, dão entrada na central entre 600 e 700 caminhões por dia. O volume, no entanto, caiu para 383 caminhões por conta do movimento. O balanço desta quinta-feira (9) ainda não foi fechado.

Como os comerciantes da Ceasa compram em grande quantidade, para vender durante a semana, a redução na entrega de alimentos ainda não impacta os preços da maioria dos produtos. O estoque do tomate foi o mais afetado e é o único item cujo preço subiu, segundo a assessoria.

Neste segundo dia de paralização, até às 11h, foram registrados protestos em rodovias federais de14 estados, segundo boletim do Ministério da Infraestrutura. No entanto, os bloqueios acontecem em apenas cinco: Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. No Rio de Janeiro, a PRF também informou que interdições realizadas foram liberadas durante a madrugada.

Nos mercados do estado, não houve impacto do movimento, segundo comunicado enviado aos estabelecimentos pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj). A mensagem assegura ainda que "vem acompanhando e monitorando as manifestações de caminhoneiros em diferentes regiões do Brasil. Mantemos diálogo junto ao governo federal a fim de atualizar os associados a respeito de possíveis bloqueios".

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos