Entregador de app é preso no DF por venda de drogas; mensagem mostra cliente pedindo 'massa'

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RIO — Um entregador de app foi preso, na noite desta terça-feira, no Distrito Federal, durante a operação Bad Delivery, da 38º DP (Vicente Pires), por tráfico de drogas. Os agentes descobriram que aproveitava as entregas de comida para vender drogas requisitadas por meio do WhatsApp. De acordo com os policiais, porções de maconha, de 12 e 25 gramas eram oferecidas, respectivamente, por R$ 50 e R$ 100.

Uma das conversas mostra um diálogo entre o motoboy, que não teve o nome divulgado, e uma pessoa. Ela pergunta por "massa" e, ao receber a confirmação de que havia produto disponível, questiona sobre o valor. O entregador, de 28 anos, confirma o tamanho das porções e quanto elas custam.

A operação Bad Delivery foi deflagrada após o monitoramento de uma distribuidora de bebidas,para apurar uma denúncia anônima de venda de drogas no local. Os policiais começaram a acompanhar a movimentação no local e suspeitaram do motoboy.

Ao abordá-lo, os agentes encontraram três porções de maconha com o entregador, que negou vender a drogas. Mas, durante a abordagem, o suspeito recebeu várias mensagens de usuários solicitando a compra e a entrega de drogas, informou a Polícia Civil.

O suspeito foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e receptação, ja que o celular que ele usava era havia sido furtado em 2017. As penas dos dois crimes, somadas, podem alcançar 19 anos de prisão. O suspeito tem ainda passagens na polícia por roubo, furto, posse de munição e tráfico de drogas. Ele cumpria pena em regime de prisão domiciliar.

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