Equador exige teste PCR negativo de viajantes internacionais

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Placas relacionadas à covid-19 são exibidas no Aeroporto Internacional de Quito, no Equador, em 1º de junho de 2020

O Equador agora exige que todos os passageiros que chegam ao país por via aérea apresentem um teste PCR negativo para covid-19, de acordo com uma atualização das medidas de controle da pandemia divulgadas neste domingo (27).

"Todo passageiro que chega ao Equador do exterior deve obrigatoriamente apresentar resultado negativo no exame PCR", afirma o documento emitido pela Quiport, administradora do aeroporto Mariscal Sucre de Quito.

O teste deve ser ter sido realizado no máximo dez dias antes do embarque para o Equador.

A medida havia sido aplicada inicialmente, a partir da terça-feira, para viajantes do Reino Unido, Austrália, África do Sul e União Europeia, diante da nova variante do coronavírus.

A regulamentação faz parte do novo estado de exceção e toque de recolher pela pandemia, que terá duração de 30 dias, decretado pelo presidente Lenín Moreno em 22 de dezembro.

Citando como fonte o Comitê de Operações Especiais (COE), órgão encarregado de gerenciar a emergência sanitária, a Quiport publicou uma série de novas disposições para os usuários dos aeroportos internacionais do país.

Também anunciou a realização de testes aleatórios de antígenos em passageiros chegando em voos internacionais. Se o resultado der positivo, será exigido o isolamento do viajante por dez dias e, se for negativo, o protocolo determina isolá-los por cinco dias.

Os residentes do país ficarão confinados no endereço cadastrado no momento da entrada, enquanto visitantes ocasionais o farão em hotéis regulamentados pelas autoridades para esse fim.

Não há requisitos para voos domésticos, com exceção das viagens às Ilhas Galápagos, onde se exige resultado negativo em exame PCR, realizado nas 96 horas anteriores à entrada no arquipélago, localizado a mil quilômetros da costa equatoriana.

Para controlar a nova onda da pandemia no Equador - que registra 209.355 casos positivos de covid-19, incluindo 13.992 mortes - o governo ordenou, além das restrições de deslocamento e reunião, a retomada do 'home office' para o setor público até 18 de janeiro.

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