Equipe de Doria minimiza apoios a Leite e projeta vitória já no 1º turno em prévias do PSDB

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***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 21.10.2020 - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 21.10.2020 - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governador João Doria (PSDB-SP) estima que tem uma vantagem nas prévias presidenciais tucanas de 65% dos votos contra seu principal adversário, o governador Eduardo Leite (PSDB-RS).

Segundo a coordenação da campanha de Doria afirmou à imprensa nesta quinta-feira (7), a expectativa é a de que o paulista vença as prévias no primeiro turno, marcado para 21 de novembro.

Já Leite faz outra conta: de 62% de apoio a ele, contra 37% do rival -além de 1% de Arthur Virgílio, ex-prefeito de Manaus que também concorre na eleição interna para decidir o candidato do partido à Presidência da República.

Em entrevista à imprensa, o presidente do PSDB-SP, Marco Vinholi, e o coordenador da campanha de Doria, Wilson Pedroso, afirmaram que a vantagem de São Paulo advém do maior peso do estado na composição do PSDB no país e dos apoios que Doria obteve em outros estados.

O Estado de São Paulo, sozinho, concentra 41% dos prefeitos tucanos do Brasil, além de 28% dos vice-prefeitos, 27% dos vereadores e 26% dos filiados.

Questionado pela Folha sobre a projeção de vitória antecipada representar um desdém em relação a campanha de Leite e seus apoios, Vinholi afirmou que não há essa leitura.

"É somente a realidade dos números das prévias, que apresentamos com transparência", disse.

Pedroso afirmou que a "capacidade de organização e mobilização" do PSDB paulista a favor de Doria é grande.

Até agora, Doria recebeu o apoio formal dos diretórios estaduais do PSDB de São Paulo, Acre, Distrito Federal, Pará e Tocantins.

Leite tem ao seu lado os diretórios do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Alagoas e Amapá.

Cada um dos governadores, no entanto, acumula apoios minoritários mesmo em estados considerados adversários. Doria, por exemplo, conta com a ex-governadora Yeda Crusius no Rio Grande do Sul e com o deputado federal Domingos Sávio em Minas Gerais.

Em São Paulo, Leite tem o apoio do prefeito de Santo André, Paulo Serra, do vereador da capital paulista Xexéu Tripoli e de dois ex-presidentes do PSDB paulista.

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