Equipe de Guedes se defende e diz que culpa de ausência de reajuste a policiais é do Congresso

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***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 17.12.2021 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, durante entrevista coletiva no Ministério da Economia, em Brasília. (Foto: Antonio Molina/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 17.12.2021 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, durante entrevista coletiva no Ministério da Economia, em Brasília. (Foto: Antonio Molina/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A ausência no Orçamento de 2022 de uma previsão de reajuste para policiais provocou uma guerra de versões nos bastidores.

Enquanto policiais e integrantes do Ministério da Justiça colocam a culpa em Paulo Guedes, a equipe do Ministério da Economia afirma que a responsabilidade é do Congresso de achar uma forma para garantir o aumento.

Ao Painel, da Folha de S.Paulo, integrantes da pasta disseram que o ministro fez sua parte em encaminhar ofício ao Congresso em que pede a reserva de valores específicos para a questão.

Segundo membros da equipe de Guedes, o documento foi encaminhada na quinta (16), mas como a decisão de beneficiar os policiais, e não outras categorias, foi política, cabe à Câmara e ao Senado definir como isso será feito.

No ofício encaminhado ao Congresso, deixa claro que a decisão pelo reajuste foi do presidente Jair Bolsonaro e que seria necessário compatibilizar o aumento aos policiais com as metas fiscais e os limites impostos pelo novo regime fiscal.

"Por fim, vale ressaltar que o acréscimo nas despesas primárias acima proposto, conforme decisão presidencial, deve estar compatível com as regras fiscais, notadamente as relativas à meta de resultado primário constante do Anexo de Metas Fiscais da LDO 2022, e aos limites relativos ao Novo Regime Fiscal", diz trecho do documento.

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