Ernesto reconhece que relação próxima com Trump não contribuiu para adquirir vacinas

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BRASÍLIA, DF, 18.05.2021: CPI-COVID-DF - O ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo chega para prestar depoimento CPI da Covid no Senado. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASÍLIA, DF, 18.05.2021: CPI-COVID-DF - O ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo chega para prestar depoimento CPI da Covid no Senado. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em depoimento à CPI da Covid, o ex-chanceler Ernesto Araújo reconheceu que a proximidade do governo Jair Bolsonaro com o americano Donald Trump não resultou em vantagens e contribuições para a aquisição de vacinas contra a Covid-19 pelos brasileiros.

O ex-chanceler havia sido questionado especificamente sobre os benefícios da relação privilegiada entre os governos, pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL).

Ernesto justificou que os Estados Unidos estabeleceram uma proibição de exportação de vacinas contra a Covid, que foi direcionada a todos os países do mundo e não especificamente ao Brasil. Por isso o Brasil não obteve vantagens na compra das imunizações.

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