Escola Americana do Rio de Janeiro adapta método de ensino

Mariana Teixeira

RIO — A Escola Americana do Rio de Janeiro, na Gávea, precisou adaptar currículo e método de ensino ao mundo on-line. Além de calendário invertido — o ano letivo começa em setembro —, existe a dificuldade do fuso horário, já que em torno de 30% do corpo discente são formados de estrangeiros, e alguns voltaram a seus países de origem, como Estados Unidos e Noruega.

A dinâmica funciona em dois turnos, e as aulas são transmissões ao vivo — alunos em diferentes fusos precisam se adaptar ao horário brasileiro. Na parte da manhã, os estudantes estão em contato direto com o professor, seguindo o cronograma da escola, e a parte da tarde fica para solução de dúvidas e realização de exercícios.

O CEO da instituição, Nigel Winnard, aposta na interação tanto de alunos quanto de pais para que o método funcione.

— Além das interações nas aulas, se um aluno quiser ou os pais quiserem, nós marcamos horários individuais com os professores para acompanhamento. Estamos sempre em contato com os pais e fazemos reuniões por videochamada com eles, sempre que possível — diz Winnard.

A escola está fechada desde o dia 18 de março.

SIGA O GLOBO-BAIRROS NO TWITTER (OGlobo_Bairros)