Escolas têm último ano de testes para mudar a grade curricular do ensino médio

O Globo
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RIO — Depois de um ano em que a palavra “adaptação” fez parte do vocabulário diário de educadores e alunos devido à Covid-19, o termo não deverá ser deixado de lado em 2021. Além das incertezas da pandemia — que ainda gera dúvida entre o ensino híbrido ou remoto —, as escolas se preparam para uma reforma na grade curricular.

Devido à lei do Novo Ensino Médio, todas os colégios devem aderir, até o ano letivo de 2022, às mudanças, que incluem a criação dos itinerários formativos (disciplinas a serem escolhidas pelos estudantes com foco na formação técnica e profissional que almejam) e a adoção da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que prevê aprendizagens essenciais comuns a todos os alunos. Além disso, a carga horária de cada série deve ser ampliada de 800 horas para mil horas anuais.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a mudança visa a tornar o aluno o protagonista do ensino, aproximando o conteúdo em sala de aula da realidade em que os jovens vivem.

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