Espaço aéreo sobre castelo de Windsor, onde mora Elizabeth II, é limitado

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Troca da guarda no castelo de Windsor, em Berkshire, sudeste da Inglaterra, em 22 de julho de 2021 (AFP/Andrew Matthews)

Os aviões não poderão mais sobrevoar a baixa altitude o castelo de Windsor, a 40 km de Londres, onde vive a rainha Elizabeth II desde o início da pandemia, informou a polícia local nesta terça-feira (11).

Esta restrição do espaço aéreo, até 2.500 pés (760 metros) e em um raio de 1,25 milha náutica ao redor do castelo, entrará em vigor em 27 de janeiro, anunciou a polícia de Thames Valley, destacando que a decisão foi tomada após uma consulta pública.

"Qualquer voo dentro da zona restrita demandará uma permissão", informou em um comunicado.

Além das patrulhas policiais "regulares" e de "outras medidas de segurança", esta restrição "é um método adicional para manter a segurança da comunidade que mora perto deste local emblemático", situado próximo do aeroporto de Heathrow, em Londres, acrescentou.

A decisão ocorre depois que no dia de Natal um homem armado com uma balestra tentou entrar no castelo onde mora a rainha Elizabeth II, de 95 anos.

Mas desagrada a associação Stop Heathrow Expansion, que milita contra a ampliação do maior aeroporto britânico, pois implica redefinir as trajetórias de alguns aviões, o que "poderia provocar o sobrevoo de outras áreas e perturbar a vida de mais pessoas", denunciou a ativista Geraldine Nicholson em um comunicado.

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