Espanha ultrapassa a China em mortes

A Espanha também superou o número de mortes registradas na China em decorrência do novo coronavírus, com 3.434 vítimas desde o início do surto, 738 deles nas últimas 24 horas.

  • "Médico não abandona o paciente, mas paciente troca de médico", diz Bolsonaro
    Saúde
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    "Médico não abandona o paciente, mas paciente troca de médico", diz Bolsonaro

    Presidente abre live dizendo que não falaria do Mandetta, mas cita frase famosa do ministro da Saúde ao comentar sobre a hidroxicloroquina

  • Sem ajuda de Trump ou Bolsonaro, imigrantes brasileiros sofrem em crise do coronavírus nos EUA
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    BBC News Brasil

    Sem ajuda de Trump ou Bolsonaro, imigrantes brasileiros sofrem em crise do coronavírus nos EUA

    Em meio à quarentena, trabalhos desapareceram e brasileiros dependem da solidariedade da comunidade para não passar fome; muitas deixam de pagar aluguel para ter dinheiro para comida e remédios.

  • Marcão do Povo se pronuncia pela primeira vez após ser afastado do SBT e diz que 'tudo passa'
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    Marcão do Povo se pronuncia pela primeira vez após ser afastado do SBT e diz que 'tudo passa'

    "Estou muito feliz, trabalhando bastante em casa. Quero dizer que tudo passa. Deus tem a resposta para todas as perguntas", disse o jornalista

  • 'Vamos pagar esse preço ali na frente', diz Mandetta sobre aumento na circulação nas cidades
    Notícias
    O Globo

    'Vamos pagar esse preço ali na frente', diz Mandetta sobre aumento na circulação nas cidades

    Ministro da Saúde afirma que coronavírus 'adora que as pessoas achem que ele é inofensivo'

  • Tratamento testado em Israel ajudou 100% dos pacientes com coronavírus, mostram dados preliminares
    Saúde
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    Tratamento testado em Israel ajudou 100% dos pacientes com coronavírus, mostram dados preliminares

    Seis pessoas de alto risco participaram do tratamento. Todas apresentaram melhora

  • Diálogo mostra Osmar Terra oferecendo ajuda a Onyx para trocar Mandetta
    Política
    Folhapress

    Diálogo mostra Osmar Terra oferecendo ajuda a Onyx para trocar Mandetta

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Defensor da flexibilização do isolamento social, o ex-ministro e deputado Osmar Terra (MDB-RS) ofereceu ajuda ao ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, para trocar o titular da Saúde, Henrique Mandetta, de quem diverge sobre as medidas de combate ao novo coronavírus. "Eu ajudo, Onyx. E não precisa ser eu o ministro, tem mais gente que pode ser", afirmou Terra em conversa ouvida e divulgada pela CNN Brasil nesta quinta-feira (9). O vazamento ocorre em um momento de desgaste de Mandetta com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Eles divergem sobre o protocolo de isolamento para evitar aumento da dispersão do vírus e sobre o uso de medicamentos no tratamento da Covid-19. O novo impasse fez com que uma entrevista coletiva marcada para a tarde desta quinta-feira fosse cancelada. Houve um entendimento de que a divulgação da conversa entre Onyx e Terra poderia dominar a entrevista, ofuscando os anúncios que seriam feitos pelos ministros. Além de Mandetta, estava prevista a participação dos ministros Walter Braga Netto (Casa Civil), Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) e Bento Albuquerque (Minas e Energia). À Folha de S.Paulo, o ministro da Saúde evitou comentar a conversa. "Eu só trabalho, trabalho, trabalho", afirmou, dizendo não ter visto a notícia sobre a conversa e perguntando do que se tratava. Em seguida, ao ser informado de que o diálogo era de críticas a ele, apenas disse: "Deixa eles". Embora tenha sido um dos responsáveis pela indicação de Mandetta para o governo, já que ambos são do DEM, Onyx disse nesta quinta que "cortaria a cabeça" do ministro se estivesse na cadeira presencial. No diálogo, o titular da Cidadania faz uma menção à reunião ministerial ocorrida na segunda (6), quando a demissão de Mandetta foi cogitada pelo presidente. "Se eu estivesse na cadeira [do Bolsonaro]... O que aconteceu na reunião eu não teria segurado, eu teria cortado a cabeça dele", diz um trecho da conversa publicada pela emissora. No diálogo, Terra, que está de olho na cadeira de Mandetta, defende mudança da política de distanciamento social defendida pelo ministro da Saúde. Em outro trecho da conversa, Terra diz que Mandetta deveria se adequar ao discurso de Bolsonaro. Em seguida, afirma que, em caso de troca, não precisa ser ele o ministro. Bolsonaro mencionou brevemente o vazamento do diálogo no início de sua live semanal pelas redes sociais, afirmando que não comentaria o caso. "Quem está esperando eu falar do Mandetta, Osmar Terra e Onyx pode passar para outra live. Não vai ter este assunto hoje aqui", disse. Procurada, a assessoria de Terra informou que o deputado não comentaria por tratar-se de uma conversa privada. Na tarde desta quinta-feira, em meio à crise ministerial, o presidente foi a uma padaria em Brasília. Acompanhado de Tarcísio e de um de seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o presidente comeu um sonho e cumprimentou clientes do local. O entendimento de auxiliares de Bolsonaro é de que o vazamento foi arquitetado por Terra para manter a fritura de Mandetta. Eles dizem acreditar, porém, que Onyx não sabia que a conversa estava sendo acompanhada por um jornalista. Apesar da insistência da ala ideológica em manter a tensão, as áreas militar e técnica afirmam que a situação se acalmou e o incêndio hoje está resumido a brasas. Técnicos do Ministério da Saúde comentaram, em tom de brincadeira, que, quando o sol parecia aparecer, outra nuvem carregada se aproximou. Um ministro reagiu dizendo que era possível soprar esta nuvem para longe. O vazamento do áudio gerou revolta na bancada de deputados do DEM, que se mobilizaram nos últimos dias para defender a permanência de Mandetta no cargo. Na avaliação de parlamentares, o ato de Onyx foi uma traição. Houve entre os deputados quem defendesse que o partido adotasse algum tipo de sanção contra o ministro da Cidadania. O líder da bancada do partido na Câmara, Efraim Filho (PB), disse que o episódio gera um "ruído péssimo", mas, numa sinalização contra eventuais punições, disse que os deputados do DEM vão "olhar para frente". "É um episódio que impacta na bancada, gera um ruído péssimo, já que todos tínhamos nos mobilizado para dar suporte ao Mandetta na crise da pandemia. E assim continuaremos. Se trata um diálogo pessoal que não nos cabe avaliar a conduta de cada um. A bancada vai olhar pra frente e focar no trabalho para salvar vidas e empregos", disse.

  • Mara Maravilha comemora aniversário do marido com ensaio fotográfico: '31 aninhos'
    Entretenimento
    Extra

    Mara Maravilha comemora aniversário do marido com ensaio fotográfico: '31 aninhos'

    A apresentadora Mara Maravilha causou no Instagram, essa semana, ao postar um ensaio fotográfico ao...

  • Enquanto números do coronavírus aumentam, o isolamento social diminui
    Notícias
    Extra

    Enquanto números do coronavírus aumentam, o isolamento social diminui

    O Rio chegou, nesta quinta-feira, dia 9 de abril, a 122 mortes pelo novo coronavírus e a 2.216...

  • Órgão de saúde dos EUA recua e muda texto sobre cloroquina em caso de coronavírus
    Saúde
    Folhapress

    Órgão de saúde dos EUA recua e muda texto sobre cloroquina em caso de coronavírus

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - Em meio às discussões sobre o uso da hidroxicloroquina e da cloroquina para tratar e prevenir a Covid-19, o Centro de Prevenção e Controle de Doença dos EUA (CDC, na sigla em inglês) retirou de seu site as orientações para os médicos sobre como prescrever a substância nos casos de coronavírus. O presidente Donald Trump tem feito uma defesa otimista sobre o remédio, utilizado hoje no tratamento de doenças como malária, lúpus e artrite reumatoide, e causou uma corrida desesperada às farmácias americanas nas últimas semanas. A cloroquina -ou sua variante, hidroxicloroquina- apresentou resultados promissores em dois estudos muito preliminares contra o coronavírus, mas ainda não há provas de sua verdadeira eficácia. A página do CDC intitulada "informações para clínicos sobre opções terapêuticas para pacientes com Covid-19" dizia que, "embora dosagem e duração da hidroxicloroquina no tratamento para a Covid-19 sejam desconhecidas, alguns clínicos dos EUA têm reportado" formas de prescrever o medicamento nesses casos. Agora o site diz apenas que "a hidroxicloroquina e a cloroquina estão sob investigação em ensaios clínicos para profilaxia pré-exposição ou pós-exposição da infecção por SARS-CoV-2 e tratamento de pacientes com Covid-19 leve, moderado e grave". E que "não há medicamentos ou outros terapêuticos aprovados pela FDA (agência reguladora de alimentos e medicamentos nos EUA) para prevenir ou tratar a Covid-19". A passagem inicial do site do CDC gerou debate na comunidade médica, já que não citava nenhum fato científico. Especialistas relataram à agência de notícias Reuters que os termos utilizados eram incomuns, já que "baseados em relatos." De acordo com a Reuters, a primeira orientação foi elaborada pelo CDC depois que Trump pressionou pessoalmente autoridades de saúde para tentar tornar o medicamento mais amplamente disponível para o tratamento de coronavírus. Questionado sobre os efeitos da substância e o fato de não haver ainda prova científica de que sua eficácia contra a Covid-19, Trump tem sido dúbio e, apesar de defender o remédio, termina suas declarações com "mas não sou médico." No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro também defende o remédio como tratamento para a Covid-19. Nesta terça-feira (7), o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, afirmou que recomenda o uso do medicamento a pacientes internados em estado grave, mas que não mudará o protocolo antes de evidências científicas robustas sobre a segurança e eficácia da droga nos casos de infecção por coronavírus.

  • Coronavírus: DF autoriza reabertura de lojas de móveis, eletrônicos e Sistema S
    Notícias
    O Globo

    Coronavírus: DF autoriza reabertura de lojas de móveis, eletrônicos e Sistema S

    Medida foi decretada na noite desta quinta-feira

  • Ciro sobre crise do coronavírus: Mandetta é “carrapato apegado ao cargo”
    Política
    Yahoo Notícias

    Ciro sobre crise do coronavírus: Mandetta é “carrapato apegado ao cargo”

    Mas ex-governador do Ceará defendeu a manutenção do ministro da Saúde no cargo para evitar que assuma um "terraplanista"

  • Secretaria de Saúde assume erro e pede desculpas por informação incorreta no painel de monitoramento do coronavírus
    Notícias
    Extra

    Secretaria de Saúde assume erro e pede desculpas por informação incorreta no painel de monitoramento do coronavírus

    A Secretaria de Estado de Saúde admitiu, na tarde desta quarta-feira, que a informação sobre o...

  • Entenda como será o novo saque do FGTS a partir de junho
    Negócios
    O Globo

    Entenda como será o novo saque do FGTS a partir de junho

    Governo autorizou a liberação de R$ 1.045 por trabalhador, em mais uma tentativa de estimular a economia

  • Equador em caos
    Notícias
    AFP

    Equador em caos

    O Equador é o segundo país da América Latina em casos de Covid-19, atrás apenas do Brasil. Em Guayaquil, a situação da população contaminada é caótica...

  • Coronavírus: por que não há casos registrados no Turcomenistão
    Saúde
    BBC News Brasil

    Coronavírus: por que não há casos registrados no Turcomenistão

    Enquanto diversos países impuseram restrições e quarentena à população, a vida continua normalmente em um dos regimes mais autoritários do mundo

  • Em meio ao coronavírus, Copacabana Palace fecha pela primeira vez em 97 anos
    Notícias
    O Globo

    Em meio ao coronavírus, Copacabana Palace fecha pela primeira vez em 97 anos

    Suspensão das atividades começa nesta sexta-feira e deve ir até fim de maio

  • Quem é Anthony Fauci, principal cientista dos EUA no combate ao coronavírus, que contradiz Trump sobre cloroquina
    Política
    BBC News Brasil

    Quem é Anthony Fauci, principal cientista dos EUA no combate ao coronavírus, que contradiz Trump sobre cloroquina

    Médico, um dos um dos mais importantes especialistas do mundo em epidemias, e o presidente americano frequentemente divergem sobre medidas para lidar com pandemia, mas ele segue contando com apoio de Trump, apesar de críticas de seus aliados.

  • Casos de coronavírus nos estados em 9 de abril
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Casos de coronavírus nos estados em 9 de abril

    Veja a lista atualizada da situação de casos de coronavírus em cada um dos Estados

  • Sem trabalho, com fome e medo de ir ao médico: o drama dos brasileiros ilegais na quarentena em Londres
    Política
    BBC News Brasil

    Sem trabalho, com fome e medo de ir ao médico: o drama dos brasileiros ilegais na quarentena em Londres

    Paulista G. pediu ajuda do governo britânico para voltar ao Brasil depois de ficar sem trabalho e dinheiro para comer; 'enquanto muitas pessoas estão dentro de casa agora, continuamos a trabalhar, nos expondo. É como se não existíssemos', diz ele à BBC News Brasil.

  • Decisão do Supremo contra MP 936 impediu a realização de um milhão de acordos, diz governo
    Política
    Extra

    Decisão do Supremo contra MP 936 impediu a realização de um milhão de acordos, diz governo

    BRASÍLIA - O governo avalia que a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal...

  • Kalil diz que menção de Bolsonaro foi 'surpresa' e não comenta protocolo do ministério
    Saúde
    Folhapress

    Kalil diz que menção de Bolsonaro foi 'surpresa' e não comenta protocolo do ministério

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O cardiologista Roberto Kalil Filho, do Hospital Sírio-Libanês, afirmou à reportagem que a citação de seu nome em pronunciamento em rede nacional do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na noite desta quarta (8), foi uma "surpresa". Bolsonaro parabenizou Kalil por ter declarado que foi medicado com a hidroxicloroquina. O presidente defende que a droga --que ainda não tem comprovação de efeito contra a Covid-19-- seja dada a pacientes em estágios iniciais da doença. Kalil, porém, recebeu a droga enquanto estava internado em estado grave. O médico não quis detalhar o que achou do pronunciamento ou do uso de seu nome e de casos individuais para falar sobre a indicação de hidroxicloroquina. "É portaria do Ministério da Saúde. Os médicos estão autorizados a prescrever. Claro que não se sabe o resultado final disso, mas essa doença mata", disse o cardiologista, que não quis comentar sobre o protocolo da pasta quanto ao medicamento. "Eu não sou infectologista. Tem que discutir com os infectologistas." Em pronunciamento, Bolsonaro disse que "após ouvir médicos, pesquisadores e chefes de estado de outros países, passei a divulgar, nos últimos quarenta dias a possibilidade do tratamento da doença desde a sua fase inicial". "Há pouco conversei com o doutor Roberto Kalil. Cumprimentei-o pela honestidade e compromisso com o Juramento de Hipócrates, ao assumir que não só usou a hidroxicloroquina, bem como a ministrou para dezenas de pacientes. Todos estão salvos", afirmou o presidente. "Disse-me mais. Que, mesmo não tendo finalizado o protocolo de testes, ministrou o medicamento agora para não se arrepender no futuro. Essa decisão poderá entrar para a história como tendo salvo milhares de vidas no Brasil. Nossos parabéns ao doutor Kalil." Mais cedo, o médico afirmou ter usado a hidroxicloroquina. Ao jornal O Globo disse: "Quando eu internei, o meu estado geral era péssimo. Era uma pneumonia em grau avançado. Foram discutidos vários tipos de tratamento, dentre elas a hidroxicloroquina, e aceitei. Meu estado não era bom e foi colocado uma gama de tratamentos. Fiz o uso [da hidroxicloroquina] sim. Melhorei só por causa dela? Provavelmente não. Ajudou? Espero que sim. Tomei também corticoide, anticoagulante, antibiótico". Também ao jornal O Globo, mais cedo, ao ser questionado sobre a posição de Bolsonaro em defesa da droga, Kalil disse que embora a ciência esteja acima de tudo, a cloroquina já é usada há décadas e seu uso pode ser considerado em conjunto com outras medicações, com o objetivo de evitar que pacientes precisem de atendimento em UTIs. "Independentemente de não ter estudo científico, acho que vale a pena sem dúvida nenhuma. Não tenho medo de falar isso. Não sou infectologista. Se você pega essa gama de medicações com paciente internado e encurta a alta dele e evitar que vá pra UTI, você está salvando vidas", disse o médico. As orientações para uso da hidroxicloroquina e declarações sobre o assunto fizeram com que o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, alfinetasse João Doria, governador de São Paulo, e David Uip, coordenador do comitê de controle do coronavírus do estado. Uip, antes, havia dito que orientou o Ministério da Saúde sobre a distribuição de cloroquina na rede pública para pacientes internados. "Hoje esse medicamento não tem paternidade, governador não precisa politizar esse assunto, esse assunto já esta devidamente colocado", afirmou Mandetta, que tem defendido mais estudos quanto a possível efetividade da droga e seu uso somente para casos graves e críticos, como recomenda o protocolo do ministério. Enquanto isso, Bolsonaro, sem citar dados de pesquisas, defende o tratamento precoce com a droga. "Agora tem uma outra coisa esse tratamento começou aqui no Brasil que tem que ser feito, com quem a gente tem conversado, até o quarto ou dia útil [sic] dos sintomas. Passando disso, como a evolução é muito rápida e ele ataca basicamente o pulmão, quando entrar no estado grave ou no estado gravíssimo, a possibilidade de você se curar é mínima, é quase zero", disse. Já Mandetta afirma que não faz sentido prescrever a droga para pacientes com sintomas iniciais, considerando que a pessoa pode estar contaminada com outros vírus respiratórios que circulam no país, como o H1N1. "Entrar com um medicamento sem saber que vírus é já teria uma primeira complicação", disse, reforçando "não ser inteligente" receitar medicação para pessoas que não precisam dela.

  • Mortes: EUA, 15 mil; França, 12 mil
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    AFP

    Mortes: EUA, 15 mil; França, 12 mil

    Os Estados Unidos superaram nesta quinta-feira 15 mil mortes pela pandemia do novo coronavírus enquanto, na França, o número alcançou a marca de 12 mil óbitos. Os dois países, no entanto, começam a observar uma redução na taxa de hospitalizações. SOUNDBITE

  • Confira na íntegra o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro no dia 8 de abril de 2020
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    Originais do Yahoo

    Confira na íntegra o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro no dia 8 de abril de 2020

    08.04.2020 - Acompanhe o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, feito hoje à noite, em cadeia nacional de rádio e televisão, sobre o enfrentamento à Covid-19.