Esposa de Projota diz que não se importaria se o rapper vendesse conteúdo erótico

Tamy Contro e Projota durante o lançamento do último álbum do rapper (Foto: Leo Franco/AgNews)
Tamy Contro e Projota durante o lançamento do último álbum do rapper (Foto: Leo Franco/AgNews)

Tamy Contro revelou, em uma conversa com seus seguidores nas redes sociais, que não se importaria caso o marido, o rapper Projota, decidisse vender conteúdo erótico na internet. No Instagram, ela abriu uma caixa de perguntas e pediu para que os fãs levantassem possíveis "saias justas" com as quais ela teria que lidar. Uma delas foi justamente sobre a possibilidade do marido aparecer nu em sites eróticos:

"Eu não me importaria. São só fotos, e que ainda rendem uma grana", respondeu, levando na brincadeira. No entanto, algo que ela não gostaria nada é que o marido palpitasse sobre o seu corpo: "Eu nunca dei liberdade. Se acontecer, vai ouvir um sonoro: "não te perguntei, cuida do seu", declarou a influenciadora.

"Acho que já passou do tempo onde os outros achavam normal despejar as expectativas deles nos nossos corpos", continuou Tamy. "Eu cuido do meu, não dou liberdade pra ninguém comentar nada que possa me deixar insegura (já basta minha cabeça".

Projota e Tamy estão casados desde maio de 2019. Durante o namoro, eles chegaram a ficar separados por um ano, mas o rapper revelou, em entrevista recente ao "Encontro", que entrou em contato com a ex e eles reataram. Logo após o casamento, a influenciadora engravidou e eles tiveram Manieva, de dois anos.

De ex-BBB a espectador

Projota foi um dos participantes do "Big Brother Brasil 21", sendo eliminado com a sexta maior rejeição geral dos ‘paredões’ do programa até o momento, com 91,89% dos votos, contou, durante um bate-papo com a revista ‘Quem’, que estranhou acompanhar o início da edição deste ano, exibida entre janeiro e abril, mas explicou que, depois de estar no reality, agora enxerga diversas perspectivas sem julgar as atitudes dos jogadores.

"No começo, foi super esquisito. Hoje eu me coloco no lugar deles. Você fica em casa falando: 'Isso que eles estão fazendo é por causa disso', porque nem tudo as pessoas conseguem sentir e ver a dinâmica de quem está lá dentro. É uma perspectiva muito diferente. Hoje eu assisto sem julgamento. Para o público, é muito 8 ou 80, vilão ou mocinho, mas hoje eu consigo ver um meio termo", afirmou o músico.

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