Estados negociam paralelamente a aquisição de vacinas da Pfizer

O Globo
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A nurse fills a syringe with the Pfizer-BioNtech coronavirus disease (Covid-19) vaccine on January 4, 2020 at the Antonin Balmes gerontology center in Montpellier in the south of France. - French president faced on January 4, 2020 growing pressure to accelerate France's Covid-19 vaccination drive which has seen just a few hundred people receive the jab. (Photo by Pascal GUYOT / AFP) (Photo by PASCAL GUYOT/AFP via Getty Images)
A nurse fills a syringe with the Pfizer-BioNtech coronavirus disease (Covid-19) vaccine on January 4, 2020 at the Antonin Balmes gerontology center in Montpellier in the south of France. - French president faced on January 4, 2020 growing pressure to accelerate France's Covid-19 vaccination drive which has seen just a few hundred people receive the jab. (Photo by Pascal GUYOT / AFP) (Photo by PASCAL GUYOT/AFP via Getty Images)

RIO — Os estados brasileiros iniciaram uma negociação paralela para tentar adquirir doses da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Pfizer, em parceria com a farmacêutica BioNTech. A informação foi dada por Carlos Lula, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) à CBN, e confirmada pelo GLOBO.

De acordo com o presidente da instituição, a maioria dos estados está participando do processo. Carlos Lula afirmou que o desejo dos secretários é que a negociação seja coordenada pelo Ministério da Saúde, mas que os estados não vão ficar "de braços cruzados esperando". Ele afirmou que a Pfizer procurou o Conass por estar enfrentando dificuldades para entrar em um acordo com o governo federal.

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Carlos Lula afirmou que os estados têm estoque suficiente de seringas para começar a campanha de vacinação e criticou a demora do governo federal em estabelecer uma data para o início da imunização da população.

Enquanto o Brasil ainda não tem nenhuma vacina autorizada contra a Covid-19, o Reino Unido começou a distribuir o imunizante contra a Covid-19 desenvolvido pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Em outubro o país já havia iniciado a campanha de vacinação distribuindo doses da Pfizer.