Estados Unidos decide tirar Xiaomi da lista de 'empresas mal vistas'

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The Xiaomi logo is seen at a Xiaomi shop, in Shanghai, China May 12, 2021. REUTERS/Aly Song
A inclusão fez com que a Xiaomi processasse o governo americano em fevereiro. No mês seguinte, o tribunal concedeu uma isenção preliminar

A Xiaomi foi retirada da temida lista comercial restritiva dos Estados Unidos. A inclusão da empresa de tecnologia chinesa havia sido uma iniciativa do ex-presidente Donald Trump durante seus últimos dias de mandato.

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Trump determinou a inclusão da Xiaomi em uma relação de empresas mal vistas pelos Estados Unidos e denominando-a como “uma empresa das forças armadas comunistas chinesas". Por estar na lista, a gigante da tecnologia estava proibida de realizar transações com os americanos.

A inclusão fez com que a Xiaomi processasse o governo americano em fevereiro. No mês seguinte, o tribunal concedeu uma isenção preliminar. Na última terça-feira (25), uma decisão do tribunal federal no Distrito de Columbia determinou a remoção do nome e considerou a ordem de Trump “arbitrária e caprichosa”.

Em novembro, o ex-presidente havia assinado uma ordem executiva para que os investimentos dos Estados Unidos em empresas chinesas fossem vetados, inclusive na Xiaomi e na Huawei. Esta última ainda tenta tirar seu nome da lista.

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