'Estaremos sempre juntos, nos amando', diz Michelle sobre Bolsonaro após suposto unfollow

***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 29.10.2022 - A primeira-dama do país, Michelle Bolsonaro, participa de carreata em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 29.10.2022 - A primeira-dama do país, Michelle Bolsonaro, participa de carreata em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (31) que ela e o presidente Jair Bolsonaro (PL) seguem "firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil".

O pronunciamento vem após ela e o marido supostamente deixarem de se seguir nas redes sociais, o que causou burburinho na internet.

"Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias 'lives' quem administra essa rede não é ele", escreveu ela nos stories do Instagram.

E seguiu: "Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando 'na alegria e na tristeza...'. Que Deus abençoe a nossa amada nação".

Antes de se pronunciar sobre o suposto unfollow, Michelle publicou um trecho da Bíblia, em sua primeira manifestação após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

"Salmos 117: Louvai ao senhor todas as nações, louvai-o todos os povos. Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do Senhor dura para sempre. Louvai ao Senhor", afirmou a primeira-dama.

No dia seguinte à derrota nas eleições, o presidente Bolsonaro deixou por volta das 9h30 desta segunda o Palácio da Alvorada e se dirigiu para o Palácio do Planalto. Ele ainda não deu declarações.

Pela manhã, chegaram logo cedo ao Alvorada o seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro Cid e o vice em sua chapa, general Walter Braga Netto.

No domingo (30), após a vitória de Lula, aliados do presidente disseram não haver clima para contestação do pleito, apesar de o atual presidente ter passado o mandato lançando dúvidas sobre o sistema eleitoral brasileiro e já ter ameaçado anteriormente não reconhecer o resultado das eleições.

O ajudante de ordem do presidente, Mauro Cesar Cid, avisou à noite a ministros do governo que tentaram falar com Bolsonaro que ele havia ido dormir. Logo depois, às 22h06, as luzes do Palácio da Alvorada foram apagadas.