Estudante brasileiro desaparece após surto em aeroporto de Paris

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Estudante brasileiro acreditava que era perseguido pela máfia - Foto: Arquivo Pessoal
Estudante brasileiro acreditava que era perseguido pela máfia - Foto: Arquivo Pessoal
  • Estudante brasileiro está desaparecido há seis dias

  • Ele sofreu um surto quando embarcava no aeroporto de Paris

  • O rapaz vivia na Irlanda, mas fugiu após transtornos psicológicos

Um estudante brasileiro está desaparecido há seis dias, após sofrer um surto psicótico no Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. As informações são do portal BHAZ.

Robson Amorim de Freitas, de 33 anos, já foi diagnosticado com diversos transtornos psiquiátricos e vivia na Irlanda, onde trabalhava e estudava.

Na última sexta-feira (21), ele teve uma crise e deixou o país rumo à França. “Ele alegava que a máfia estava atrás dele, que clonaram todos os seus cartões. Sabemos que isso faz parte do delírio da doença, porém, consegui convencê-lo a voltar pra casa no Brasil para se tratar”, explicou a irmã, Cyntia de Freitas.

A família adquiriu uma passagem a Robson, que sairia de Paris no sábado (22), passando pela Suíça e chegando a São Paulo no domingo (23). Desde que o rapaz chegou ao aeroporto francês, porém, os parentes não conseguiram mais contatá-lo.

“Quando ele estava na sala do teste de Covid no aeroporto de Paris, saiu correndo dizendo que estavam perseguindo ele e que não podia viajar. Disse que estava tendo uma crise de ansiedade, que não poderia embarcar, e desde então o celular dele não recebe mais ligações e nem mensagens”, explicou Cyntia.

Mobilização da família

Os últimos seis dias foram de aflição por parte da família Freitas, que tenta localizar Robson de todas as formas possíveis. Cyntia contou os esforços para encontrar o irmão, ainda sem sucesso.

“Já liguei no Consulado, Embaixada, Itamaraty, Polícia Federal, Interpol, mas ninguém sabe de nada e não resolve nada”, disse.

A mulher relatou, ainda, que, apesar dos problemas psicológicos, Robson vivia bom momento na Europa e realizava um sonho ao morar fora do Brasil.

“Ele já teve outras crises, mas fez tratamento e estava bem. Ele planejou toda viagem, fala três idiomas, é super querido por onde vai. Ele estava legal no país, trabalhando e estudando inglês.”

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