Estudante da Ufes morre após ser atropelada na faixa de pedestres no ES

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Luísa Lopes, de 24 anos, morreu após ser atropelada em Vitória. (Foto: Reprodução/ Instagram @slopesluisa)
Luísa Lopes, de 24 anos, morreu após ser atropelada em Vitória. (Foto: Reprodução/ Instagram @slopesluisa)

A modelo Luísa Lopes, de 24 anos, morreu na noite desta sexta- feira (15), após ser atropelada no bairro Jardim da Penha, em Vitória, enquanto andava de bicicleta, pela corretora de imóveis Adriana Felisberto Pereira, de 33 anos. A informação é do portal g1.

Testemunhas afirmaram que ela estava atravessando a faixa de pedestres quando foi atingida pelo carro. Com o impacto da batida, Luísa foi arremessada para cima do veículo e arrastada por vários metros.

A polícia militar ainda não sabe dizer se o semáforo estava fechado para ela ou para a motorista. No entanto, suspeita que o carro estivesse em alta velocidade.

Luísa era modelo, passista de samba Unidos de Jucutuquara e estudante de Oceanografia da Ufes. Ela morava sozinha em Jardim Camburi, na capital.

A modelo chegou a ser socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu no local.

"Estávamos andando na orla eu e meu esposo e escutamos um barulho muito forte. Parecia que um pneu tinha acabado de estourar. Quando chegou a equipe do Samu, eles ainda tentaram, ela ainda estava viva, usaram o ressuscitador, mas poucos minutos depois parece que ela realmente veio a óbito", contou Lilian Amorim, para o portal G1. Ela é técnica em enfermagem e tentou socorrer Luísa após o atropelamento.

Ainda segundo o portal, a corretora de imóveis Adriana Felisberto apresentava sinais de embriaguez no momento do atropelamento. Ela voltava de um bar quando atropelou a modelo e negou ter ingerido bebida alcoólica e a fazer teste do bafômetro.

“Eu estava no bar com a minha irmã e ela estava bebendo. Eu bebi água”, disse ela. Ao ser questionada pelo G1 sobre a recusa do teste do bafômetro, ela respondeu: “Porque eu não preciso fazer”.

Em um vídeo gravado pouco tempo depois do acidente, um policial conversa com Adriana sobre o acidente e pergunta se ela sabia o que havia acontecido. “Tenho (consciência do que aconteceu). Quero meu carro para trabalhar e olha como meu carro está”, disse ela.

Ela passou a noite na Delegacia Regional de Vitória e foi encaminhada na manhã deste sábado (16) ao Departamento Médico Legal (DML). No entanto, a justiça decidiu soltá- la para que responda ao processo em liberdade após pagar uma fiança de R$3 mil reais. Ela também não pode deixar a cidade e nem frequentar bares e boates.

Nas redes sociais, o perfil do curso de Oceanografia da Ufes lamentou a morte da estudante.

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