Estudante fica em estado grave após explosão durante experimento em escola em GO

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Annelise sofreu graves queimaduras e segue internada - Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Annelise sofreu graves queimaduras e segue internada - Foto: Reprodução/TV Anhanguera
  • Annelise e quatro colegas faziam um experimento com álcool quando ocorreu a explosão

  • A garota sofreu graves queimaduras pelo corpo e foi levada ao hospital

  • O colégio explicou que não sabia que a atividade teria a utilização de álcool 

Uma adolescente de 16 anos está internada em estado grave após ser vítima de uma explosão no Colégio Heli Alves, em Anápolis, Goiás, na última terça-feira (30). Annelise Lopes Andrade teve boa parte do corpo queimada e precisou ser levada de helicóptero para o hospital. As informações são do G1.

Segundo a direção da escola, os alunos do 2º ano estão com aulas remotas essa semana, mas a jovem e outros quatro colegas pediram permissão para gravar um experimento de química e física.

A solicitação foi aceita e o colégio liberou uma sala para o procedimento. Segundo o coordenador Marcos Gomes, porém, os alunos não avisaram que o experimento utilizaria álcool. Por isso, não havia adultos supervisionando.

"Eles disseram que iriam gravar uma apresentação, mas não explicaram o que iriam fazer. Eles disseram que colocaram fogo no álcool, mas que acharam que não tinha pego. Por isso, foram colocar mais [álcool] e houve essa explosão", contou o rapaz.

Ainda segundo Marcos, Annelise foi a única aluna ferida. Por causa das queimaduras, funcionários da escola a colocaram sob o chuveiro até que os bombeiros chegassem.

Internada na UTI

A extensão dos ferimentos da jovem fez com que um helicóptero fosse chamado para levá-la ao Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. Em nota emitida na terça, a unidade explicou que a paciente tem "estado geral grave e respira com a ajuda de aparelhos".

Em entrevista ao G1 nesta quarta (1º), a mãe da garota, Diolange Lopes Carneiro, contou que a filha teve ferimentos nas costas, abdômen e rosto. Ela seguia internada na UTI.

"Quando a vi, ela estava com o corpo todo queimado. Lá, eles me informaram que era 70%, mas chegando aqui [ao hospital], parece que é 60%. Não sei exatamente. As costas bastante queimadas, rosto, cabelo, parte da barriga. Estava muito queimada", relatou.

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