'Eu prefiro que o senhor me desrespeite, mas me responda', diz Omar Aziz ao depoente

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BRASILIA, DF, 18.08.2021: CPI-COVID-DF - Na foton os senadores Randolfe Rodrigues (e) Omar Aziz - O advogado Tulio Silveira, da Precisa Medicamentos, presta depoimento aos senadores da comissão a respeito do contrato entre a Precisa e o ministério da Saúde para aquisição da vacina Covaxin. No Senado Federal, em Brasília, nesta quarta. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASILIA, DF, 18.08.2021: CPI-COVID-DF - Na foton os senadores Randolfe Rodrigues (e) Omar Aziz - O advogado Tulio Silveira, da Precisa Medicamentos, presta depoimento aos senadores da comissão a respeito do contrato entre a Precisa e o ministério da Saúde para aquisição da vacina Covaxin. No Senado Federal, em Brasília, nesta quarta. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Antes de encerrar a sessão, o presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), disse ao advogado Túlio Silveira, representante da Precisa Medicamentos, que prefere ser desrespeitado, mas que ele responda às perguntas dos senadores.

Eu prefiro que o senhor me desrespeite e me responda. Mas acaba com esse "com todo respeito" porque isso é falta de respeito. Eu vou suspender a sessão e vou tomar algumas providências".

Aziz considerou que Silveira ultrapassou os limites do seu habeas corpus, mantendo um silêncio mesmo quando estava claro que não era para produzir provas contra si. Ao negar responder às perguntas, ele sempre dizia "com todo respeito, permanecerei em silêncio".

Silveira não havia assumido o compromisso de dizer a verdade e adiantou que iria exercer seu "direito inalienável ao silêncio". No início da sessão, sua defesa já havia solicitado que o depoimento fosse cancelada, por se tratar de um advogado, com prerrogativas legais relativas a sigilo.

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