EUA alerta que responderá se houver presença militar permanente da China nas Ilhas Salomão

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Kurt Campbell

Por Kirsty Needham e David Brunnstrom e Michael Martina

SYDNEY/WASHINGTON (Reuters) - Uma delegação sênior dos EUA se reuniu com o líder das Ilhas Salomão nesta sexta-feira e alertou que Washington teria “preocupações significativas e responderia de acordo” a qualquer ação para estabelecer presença militar permanente da China na nação do Pacífico.

Um comunicado da Casa Branca afirmou que o primeiro-ministro das Ilhas Salomão, Manasseh Sogavare, reiterou à delegação liderada pelo coordenador do Indo-Pacífico da Casa Branca, Kurt Campbell, que não haveria base militar, presença de longo prazo ou capacidade de projeção de poder sob um novo acordo de segurança assinado com a China.

A Casa Branca não indicou qual seria a resposta dos EUA nesse caso, mas o tom contundente evidenciou o nível de preocupação dos EUA que levou a delegação de Campbell à ilha remota esta semana.

“Se forem tomadas medidas para estabelecer uma presença militar permanente, capacidades de projeção de poder ou instalações militares, a delegação pontuou que os EUA teriam preocupações significativas e responderiam de acordo”, disse.

“Os Estados Unidos enfatizaram que acompanharão os desenvolvimentos de perto, em consulta com seus parceiros regionais.”

O comunicado disse que a delegação norte-americana apresentou passos específicos que Washington tomaria para melhorar o bem-estar do povo das Ilhas Salomão, incluindo acelerar a abertura de uma embaixada no local e enviar o navio-hospital Mercy para lidar com questões de saúde. Disse que Washington também entregaria mais vacinas e avançaria iniciativas climáticas e sanitárias.

(Reportagem de Kirsty Needham em Sydney e David Brunnstrom, Michael Martina e Chris Gallagher em Washington)

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