EUA anuncia acordo internacional para levar vacinas para zonas de conflito

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Migrantes venezuelanos esperam para ser imunizados contra covid-19 com a vacina da Johnson & Johnson em Bogotá, Colômbia, em outubro de 2021 (AFP/Raul ARBOLEDA)
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O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, anunciou nesta quarta-feira (10) um acordo para levar vacinas contra a covid-19 a zonas de conflito em todo o mundo, onde muito poucas pessoas foram imunizadas.

Em uma reunião ministerial virtual sobre a pandemia, Blinken disse que os Estados Unidos trabalharam com a Covax, a aliança internacional de vacinas destinada a apoiar as nações em desenvolvimento, para fornecer imunizantes de dose única da Johnson & Johnson em áreas de conflito e com outros problemas humanitários.

"Esperamos que as pessoas nessas circunstâncias difíceis recebam proteção contra a covid-19 o mais rápido possível", afirmou Blinken. “Conhecemos a urgência desta luta. Sabemos o que temos que fazer para deter a pandemia. Agora, temos que fazer.”

Gavi, a parceria público-privada que co-lidera a Covax, disse que os Estados Unidos negociaram para suprimir os requisitos de compensação da Johnson & Johnson.

Os fabricantes haviam exigido que os governos pagassem quaisquer penalidades legais por incidentes de vacinação, criando obstáculos para as nações pobres e especialmente para grupos de ajuda que operam em zonas de conflito.

"Saudamos calorosamente o papel do governo dos EUA em ajudar a negociar o acordo entre a J&J e a Covax", comemorou um porta-voz da Gavi em Genebra.

O porta-voz pediu a outros fabricantes de vacinas que se juntassem à Johnson & Johnson e à chinesa Sinovac na dispensa dos requisitos de indenização para agências humanitárias.

Não foram anunciados à princípio detalhes sobre quantas doses serão distribuídas.

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