EUA anunciam acordo J&J-Covax para enviar vacinas a zonas de conflito

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Vacina contra a Covid-19 da J&J

WASHINGTON (Reuters) - O secretário de Estado norte-americano Antony Blinken disse nesta quarta-feira que os Estados Unidos intermediaram um acordo entre a Johnson & Johnson e o programa de compartilhamento de vacinas Covax para entregar os imunizantes contra Covid-19 da empresa a pessoas que moram em zonas de conflito.

Ele anunciou o acordo na abertura de um encontro de ministros das Relações Exteriores de todo o mundo convocado pelo governo norte-americano para tratar da pandemia de Covid-19, mas não especificou quantas doses serão entregues, quando ou para quais países.

"Precisamos fazer com que pessoas que não estão ao alcance de campanhas de vacinação de governos não sejam deixadas de fora de nossos esforços. Elas precisam ser protegidas também", disse Blinken. "Estamos ansiosos para que pessoas nestas circunstâncias difíceis recebam proteção contra a Covid-19 o mais cedo possível."

A reunião vem na esteira de uma cúpula virtual de líderes mundiais organizada pelo presidente dos EUA, Joe Biden, em 22 de setembro na qual este prometeu que seu país compraria mais 500 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 para doá-las a outros países.

Especialistas de saúde dizem que países ricos não fazem o suficiente nesta seara e criticam os EUA, em particular, por planejarem doses de reforço para norte-americanos totalmente vacinados enquanto grande parte da população mundial ainda não tem acesso a vacinas.

(Por Humeyra Pamuk e Simon Lewis)

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